Viva a Vida !
Este blog destina-se aos meus amigos e conhecidos assim como aos visitantes que nele queiram colaborar..... «Olá, Diga Bom Dia com Alegria, Boa Tarde, sem Alarde, Boa Noite, sem Açoite ! E Viva a Vida, com Humor / Amor, Alegria e Fantasia» ! Ah ! E não esquecer alguns trocos para os gastos (Victor Nogueira) ..... «Nada do que é humano me é estranho» (Terêncio)....«Aprender, Aprender Sempre !» (Lenine)
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sexta-feira, 13 de setembro de 2013
sexta-feira, 28 de dezembro de 2012
sábado, 10 de dezembro de 2011
terça-feira, 28 de dezembro de 2010
" ERA UMA VEZ...UM PERÚ " por Carlos Rodrigues
a quinta-feira, 23 de Dezembro de 2010 às 12:05
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.(...)
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Maria Clara Roque Esteves
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“ ERA UMA VEZ…UM PERU “
Óh, Senhores, é um alvoroço,
Esta Festa de Natal,
Comprei um peru para o almoço,
Todo made in Portugal.
Mas tenho a estranha sensação
De que outra Ave o comeu,
E, aqui, por fim de Estação,
A refeição sou sempre eu.
O que é uma forma de dizer,
Que a carne também se importa
E quando é nossa faz doer,
Se é para outro a comer.
Mesmo assim não estou bem certo,
Se a dieta é um dever,
Com o devir, aqui, tão perto
Que nem o consigo ver.
Será D. Sebastião,
Esta névoa na balança,
Que assim nos tolhe a visão
E nos pesa na dispensa ?
De um lado estão os Vilões,
Do outro lado os bacanos,
E uma carga de opiniões
De ocultos ratos de cano,
Que dão palpites, à barda,
Sobre a encanação,
Têm as mão cheias de…perda,
E ainda querem ter razão.
E a culpa morre inocente,
Que o Mundo nasceu ruim.
Boas Festas, minha gente,
Para Peru, já basta assim.
C.R.
xx

Óh, Senhores, é um alvoroço,
Esta Festa de Natal,
Comprei um peru para o almoço,
Todo made in Portugal.
Mas tenho a estranha sensação
De que outra Ave o comeu,
E, aqui, por fim de Estação,
A refeição sou sempre eu.
O que é uma forma de dizer,
Que a carne também se importa
E quando é nossa faz doer,
Se é para outro a comer.
Mesmo assim não estou bem certo,
Se a dieta é um dever,
Com o devir, aqui, tão perto
Que nem o consigo ver.
Será D. Sebastião,
Esta névoa na balança,
Que assim nos tolhe a visão
E nos pesa na dispensa ?
De um lado estão os Vilões,
Do outro lado os bacanos,
E uma carga de opiniões
De ocultos ratos de cano,
Que dão palpites, à barda,
Sobre a encanação,
Têm as mão cheias de…perda,
E ainda querem ter razão.
E a culpa morre inocente,
Que o Mundo nasceu ruim.
Boas Festas, minha gente,
Para Peru, já basta assim.
C.R.
xx
ERA UMA VEZ...UM PERU
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Maria Clara Roque Esteves
Carlinhos, nem imaginas a vontade que tenho de pegar neste teu poema e reescrevê-lo, dar-lhe 1 pouco da minha também ironia e algum cinsimo.
Está delicioso, o teu perú.
Dá vontade de o commer,
só não sei se serás tu,
...se sou quem vai morder.
Deixa falar os vilões
Desta "quinta" fantasia
atrás virão os faisões
Numa outra tonteria
Palpitam em palavra lerda
nesta ou noutra encarnação
Por mim, podem ir à merda
Já não perco tempo em vão.
E por aqui me despeço
Sem esperar D. sebastião
Digo-te sim que careço
doutra " Ínclita" geração"...
Xiis. Bom natal
23/12 às 22:55 · GostoNão gosto
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Carlos Rodrigues Que complemento, Clarinha, parabéns, sim senhora e eu a fazer um esforço doido para ligar as mãos dos ratos do cano à perda em vez de merda, por que é Natal e enfim, e vem-me ela e pespega-me ali com o palavrão que eu fingi evitar. Bom Natal, Lambisgóia.
24/12 às 11:28
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(...)
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Victor Nogueira Bem, o perú já é de aviário e o bacalhau ... da Noruega, ficando a consoada pouco consolada. Faltam o borrego e o cabrito, que não sendo de aviário, por perto devem andar. Um poema com humor e leve, que o tempo não está para indigestões. Bom Ano, Carlos, sem polvos nem tubarões :-)
Quarta-feira às 0:02 · GostoNão gosto
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Carlos Rodrigues " Mas eles andem aí "...Vitor, quer dizer os polvos e os tubarões e ou os comemos ou somos comidos...Tudo de melhor para o 2011, Vitor.
Quarta-feira às 18:24
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Maria Clara Roque Esteves
Nem como nem sou comida
porque parva eu não sou
a Noruega é sabida
e eu ...com os polvos não estou...
Quarta-feira às 22:38 · GostoNão gosto
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Carlos Rodrigues Rimas até ao fim do Ano. Eu não te chamei polva, nem parva, nem nada ( Nada, onde é que já li isto ? ). Xiiis e melhor 2011.
há 3 horas · GostoNão gosto
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Victor Nogueira E vivam os dragões pk o resto são canções :-)
há 3 horas · GostoNão gosto
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Maria Clara Roque Esteves
Será que dragões rima com LEÕES?????O nosso rugido está quase ao nível do do BPN...mas ainda temos alguma esperança...
Xiis!
E comam o peru depressa. Carlos, o que achas que faça para a ceia de amanhã? No Natal inspirei-me nas tuas dicas.Saíu... cabrito. Agora vai sair o quê?Mais perú não!!!
há cerca de uma hora
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Victor Nogueira Breves
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
Fotos de Carmen Montesino - FLYING SINCE SESFITTS
Foto 9 de 34
Clica nas caras das pessoas na foto para as identificares. |
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Green bird hovering ACEO
Green bird hovering ACEO
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Adicionado a 10/12
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(...)
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..."Como tu dizias,
um só sonho não importa,
quando um pássaro verde
nos nasce no peito
para antecipar a esperança."...
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...Adorei este "miminho" o "green bird" é lindíssimo!!!!
Jinhossssssss
Ontem às 14:54
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Victor Nogueira Uma ilusão de óptica com várias interpretações, todas a meu ver girando em torno da leveza e da liberdade. Uma dúvida: Pombo ou pintainho ? Bjo do Kant_O sem asas :-)
há 4 minutos · #
Victor Nogueira
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Sorriste e
nos teus lábios
os pássaros
vieram de longe
pensando que era madrugada
....
Victor Nogueira
há cerca de um minuto ·
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domingo, 14 de novembro de 2010
OS SENTIMENTOS DE UM OCIDENTAL por Manuela Miranda
a Domingo, 14 de Novembro de 2010 às 14:04
DE CESÁRIO VERDE PARA GUERRA JUNQUEIRO
ESTE É UM POUCO O MEU SENTIR, NESTE MOMENTO.
NAS NOSSAS RUAS, AO ANOITECER,
HÁ TAL SOTURNIDADE, HÁ TAL MELANCOLIA,
QUE AS SOMBRAS, O BULICIO, O TEJO, A MARESIA
DESPERTAM-ME UM DESEJO ABSURDO DE SOFRER.
.............................
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BJS BOA NOITE MANUELA MIRANDA 13 DE NOVEMBRO DE 2010
ESTE É UM POUCO O MEU SENTIR, NESTE MOMENTO.
NAS NOSSAS RUAS, AO ANOITECER,
HÁ TAL SOTURNIDADE, HÁ TAL MELANCOLIA,
QUE AS SOMBRAS, O BULICIO, O TEJO, A MARESIA
DESPERTAM-ME UM DESEJO ABSURDO DE SOFRER.
.............................
..........................
BJS BOA NOITE MANUELA MIRANDA 13 DE NOVEMBRO DE 2010
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Odete Maria Botelho Botelho e 2 outras pessoas gostam disto.
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Victor Nogueira Um beijo e um sorriso de amizade com Eugénio de Andrade
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http://www.citador.pt/poemas.php?op=10&refid=200809210105 (1)
há cerca de uma hora ·
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Manuela Miranda obrigada amigo. Mas hoje não me sinto tão mal como ontem. bjs
há cerca de uma hora ·
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Victor Nogueira Ainda bem que o sol já rompeu as nuvens :-)
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(1)
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Sei agora como nasceu a alegria,
como nasce o vento entre barcos de papel,
como nasce a água ou o amor
quando a juventude não é uma lágrima.
É primeiro só um rumor de espuma
à roda do corpo que desperta,
sílaba espessa, beijo acumulado,
amanhecer de pássaros no sangue.
É subitamente um grito,
um grito apertado nos dentes,
galope de cavalos num horizonte
onde o mar é diurno e sem palavras.
Falei de tudo quanto amei.
De coisas que te dou
para que tu as ames comigo:
a juventude, o vento e as areias.
Eugénio de Andrade, in "Até Amanhã"
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sábado, 6 de novembro de 2010
MEU SILÊNCIO por Manuela Miranda
a Sábado, 6 de Novembro de 2010 às 0:26
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UMA ESTRELINHA CRESCIDA E VELHINHA PARA O CÉU DEUS LEVOU.
ESTA ESTRELINHA VAI CONTINUAR A ILUMINAR MINHA VIDA, PORQUE
ELA ESTÁ COM OS ANJOS E OUTRAS ESTRELAS QUE EU AMO E AMEI.
ESTA ESTRELINHA HOJE ILUMINOU MINHA VIDA.
MEU SOFRIMENTO E MINHA DOR ACALMOU E Á
MINHA MANA, POIS MINHA ESTRELA ACENDEU A VELA DA
ESPERANÇA, EU QUANDO VI LUZ, MEU CORAÇÃO E
MINHA ALMA QUASE NÃO ACREDITOU.
OBRIGADA TIA GUSTA, PAZ Á TUA ALMA, MINHA HOMENAGEM SENTIDA, POR QUASE TEUS 98 ANOS DE VIDA, ESTÁS NO CÉU E NO MEU CORAÇÃO PARA SEMPRE. SAUDADE. IRMÃ DO MEU PAI. BJS UM DIA NOS ENCONTRAREMOS TODOS. BJS
UMA FLOR QUE EU FIZ, O DESTINO QUIZ QUE EU HOMENAGIASSE MINHA TIA
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Victor Nogueira Um bjo e um poema de Eugénio de Andrade
há 13 horas ·
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(...)#
Manuela Miranda ADOREI VER EUGÉNIO DE ANDRADE, CONHECIA GUARDADOR DE REBANHOS. PARTILHO MEUS SENTIMENTOS COM TODO O MEU SER. UM OBRIGADA GRANDE AMIGO VICTOR BJS
há 12 horas.
(...)
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Desenho,
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Poesia
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
" ALONGAMENTO " ( ABC da distância ) por Carlos Rodrigues
a quinta-feira, 4 de Novembro de 2010 às 18:23
“ ALONGAMENTO “ ( ABC da distância )
Ausento-me, sempre que aqui estou,
Auscultando na curva das palavras
Uma Galáxia por descobrir,
Para onde todos os sentidos convergem
E se diluem num orgasmo de luz.
Aí, onde o Infinito se reduz
Ao espaçotempo da sua expressão mais simples,
Reinventando o Homem e a Mulher,
Contrai - se e expande-se a Mente,
Enquanto em hipérboles, apenas concebíveis,
Como a distância que nos amplia a íris,
Até à realidade indivisível de uma letra oculta,
Se redescobre a ilusão de estarmos aqui.
Alisar-te o cabelo, tocar-te os seios e as coxas,
Ouvir o murmúrio das vagas nos teus braços,
Reinscrever, no corpo a corpo, até que a alma se canse,
O abecedário amoroso de tudo o que já foi dito,
Não basta para aqui estar, mas de que outra forma
Poderíamos conceber a passagem viva, turbulenta,
Da semente ao fruto , do esboço ao caminho,
Do que somos e do que seremos,
Num lugar tão perto que nos deforma a visão
E nos atira para o risco espacial
De um inconcebível Mistério ?
E assim é que de longes conservo, na ponta da língua,
O sabor de todos os recantos ocultos do teu corpo,
E, mesmo, que este gosto, mais não seja do que o da sopa
de letras que juntámos, aí nos encontraremos, sempre,
Até que se nos esgotem de cansaço
Todas as formas de sermos Nós.
Ausento-me, sempre que aqui estou,
Auscultando na curva das palavras
Uma Galáxia por descobrir,
Para onde todos os sentidos convergem
E se diluem num orgasmo de luz.
Aí, onde o Infinito se reduz
Ao espaçotempo da sua expressão mais simples,
Reinventando o Homem e a Mulher,
Contrai - se e expande-se a Mente,
Enquanto em hipérboles, apenas concebíveis,
Como a distância que nos amplia a íris,
Até à realidade indivisível de uma letra oculta,
Se redescobre a ilusão de estarmos aqui.
Alisar-te o cabelo, tocar-te os seios e as coxas,
Ouvir o murmúrio das vagas nos teus braços,
Reinscrever, no corpo a corpo, até que a alma se canse,
O abecedário amoroso de tudo o que já foi dito,
Não basta para aqui estar, mas de que outra forma
Poderíamos conceber a passagem viva, turbulenta,
Da semente ao fruto , do esboço ao caminho,
Do que somos e do que seremos,
Num lugar tão perto que nos deforma a visão
E nos atira para o risco espacial
De um inconcebível Mistério ?
E assim é que de longes conservo, na ponta da língua,
O sabor de todos os recantos ocultos do teu corpo,
E, mesmo, que este gosto, mais não seja do que o da sopa
de letras que juntámos, aí nos encontraremos, sempre,
Até que se nos esgotem de cansaço
Todas as formas de sermos Nós.
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Silvio Di Pietro e tu gostam disto.
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Victor Nogueira
Olá, Carlos ! Para além do poema és tu tb o autor da alegre ilustração? Grato pelo poema, que retribuo com outro abecedário, não aquele em que pensava mas o que encontrei
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há 40 minutos ·
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Carlos Rodrigues
É assim é, ambos os documentos são meus. Raramrnte público algo que o não seja e quando o faço coloco, como é óbvio, o nome do Autor. Todos os que não estão assinados são meus, não faz sentido, pois não ? Um dia vou a uma consulta de Psiquiatria perguntar porquê. Obrigado pelo Poema do cordel ( salvo seja ), mas não é um Abecedário é um ABC, que também tenho sempre presente, pena que se repita tanto e o resultado seja o mesmo. Cá por mim digo: Todo o Poder à imaginação !
Um abraço
há 32 minutos ·
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Carlos Rodrigues Ah e é verdade, Victor: A Alegria pode ser o Carnaval em que vamos vivendo...
há 30 minutos ·
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(...)*
Victor Nogueira
Carlos - Gosto do desenho. Tem um ar naif mas é belo e alegre. E como na internet há muito quem não identifique a autoria, que eu sempre procuro respeitar nos meus blogs, não fica nada mal "assinares" as tuas obras. Não por causa de eventuais cifrões provenientes de direitos de autor, mas pela moralidade de dar o seu a seu dono :-)
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Na página do cordelista Gustavo Dourado o poema tem duas hiperligações, uma delas em abc. Na imensidão da arca que são os meus nove blogs está um cordel muito interessante, que pesquei no sítio brasileiro Jangada de Pedra. Quando o encontrar, enviar-to-ei. Abraço :-)
há alguns segundos
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Poesia
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
UMA LÁGRIMA por Manuela Miranda
a Quarta-feira, 27 de Outubro de 2010 às 19:36
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JÁ PENSOU NA FORÇA DE UMA LÁGRIMA? PENSE AGORA UM POUCO NO QUE VALE ESTA GOTINHA DE SENTIMENTO, QUE NASCE NA GENUÍNA FONTE DO SEU EMOTIVO E LHE CAI DOS OLHOS COM EXPRESSÃO DE SI MESMO. ELA É O RETRATO MOLHADO DO SOFRIMENTO, DO MESMO MODO QUE É A DOCE RESPOSTA DO AMOR E DA FELICIDADE. ELA VEM DIZER CÁ FORA TUDO O QUE VCOCÊ SENTE LÁ BEM NO FUNDO DO SEU SER. ELA É O BRILHO DE UMA DOR QUE O PAI ABEBNÇOOU, MAS TAMBÉM A MELHOR PROVA DO AGRADECIMENTO PELA ALEGRIA SENTIDA. A SUA LÁGRIMA É A PROVA MAIS ELOQUENTE DA SUA SINCERIDADE.
AUTOR DESCONHECIDO.
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(...)
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Victor Nogueira
Grato pela presença presente que retribuo com duas lágrimas e bjos, tantos quantos quiseres receber :-)
http://www.youtube.com/watch?v=-GEaa9QGOd4
http://www.youtube.com/watch?v=WC6UecdUPSw&feature=related
.http://www.youtube.com/watch?v=WC6UecdUPSw&feature=related
Lágrima de Manuel Freire e de Amália Rodrigues.
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Victor Nogueira Breves
quinta-feira, 13 de maio de 2010
sábado, 8 de maio de 2010
terça-feira, 16 de junho de 2009
segunda-feira, 15 de junho de 2009
domingo, 14 de junho de 2009
sábado, 13 de junho de 2009
segunda-feira, 1 de junho de 2009
terça-feira, 26 de maio de 2009
segunda-feira, 25 de maio de 2009
segunda-feira, 18 de maio de 2009
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