Viva a Vida !
Este blog destina-se aos meus amigos e conhecidos assim como aos visitantes que nele queiram colaborar..... «Olá, Diga Bom Dia com Alegria, Boa Tarde, sem Alarde, Boa Noite, sem Açoite ! E Viva a Vida, com Humor / Amor, Alegria e Fantasia» ! Ah ! E não esquecer alguns trocos para os gastos (Victor Nogueira) ..... «Nada do que é humano me é estranho» (Terêncio)....«Aprender, Aprender Sempre !» (Lenine)
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segunda-feira, 31 de dezembro de 2012
Feliz Natal, Victor
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- 14/12
- 15/12
- Maria Célia Correia CoelhoFeliz Natal, Victor e espero que já esteja restabelecido de todas as maleitas! Bji
- 14/12
- 15/12
- Maria Célia Correia Coelho
Feliz Natal, Victor e espero que já esteja restabelecido de todas as maleitas! Bji - 18/12
- Domingo
- Maria Célia Correia Coelho
Olá Victor! Quero desejar-lhe um Ano Novo Feliz, mtª saúde, alegria amor e o que mais desejar! Deixo um abraço de amizade e bjis - Hoje
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Victor Nogueira Breves
domingo, 30 de dezembro de 2012
Votos da Judite Faquinha

Judite Faquinha partilhou a foto de Moon light.
VICTOR, OS MEUS SINCEROS VOTOS PARA O NOVO ANO 2013 QUE SEJAM DE FELICIDADES, SAÚDE JUNTO DOS TEUS FAMILIARES, E QUE OS TEUS SONHOS SE TORNEM REALIDADE!!! BEIJOS

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Manuela Silva - Sê tu própria, oh mulher!
Desejando UM FELIZ ANO NOVO a todos os meus amigos que tantas alegrias e mimos me deram neste ano 2012 que finda. Obrigada com um abraço do tamanho do mundo.
Sê tu própria, oh mulher!
Sê tu própria, oh mulher!
Ouvi vezes sem conta
Ainda moça-menina
Sem nada perceber.
Termina mais um ano
E mais uma vez me pergunto:
Foste tu própria, oh mulher?
E o pensamento voa
Retrocedendo nos dias
Nos meses, nas acções
E atitudes, erros e fracassos
Na fria lonjura da distância.
Violentas tempestades vivi
Que logo trouxeram
O brilho lavado da manhã
E os passarinhos cantando
A brincar no meu jardim.
E da minha janela sorria
Embevecida de alegria
Voltando ao trabalho
Seguia tranquilo o meu dia
E assim se passou o ano.
Agora volto a fazer
A mesma pergunta
Que sempre repito
Nos últimos dias
Da passagem
Da renovação
Para mais um ano
De esperanças:
Foste tu própria, oh mulher?
Como é que posso saber
Se não sei quem sou
Se eu própria
Uns dias sou nada
Uns dias sou tudo?
Assim, vou fazer
A minha passagem
Para outros desafios
Outros trilhos
Vivendo as tempestades
Sem me preocupar
Se sou ou não sou
A própria
Porque imprópria
Não sou.
Manuela Silva
Sê tu própria, oh mulher!
Sê tu própria, oh mulher!
Ouvi vezes sem conta
Ainda moça-menina
Sem nada perceber.
Termina mais um ano
E mais uma vez me pergunto:
Foste tu própria, oh mulher?
E o pensamento voa
Retrocedendo nos dias
Nos meses, nas acções
E atitudes, erros e fracassos
Na fria lonjura da distância.
Violentas tempestades vivi
Que logo trouxeram
O brilho lavado da manhã
E os passarinhos cantando
A brincar no meu jardim.
E da minha janela sorria
Embevecida de alegria
Voltando ao trabalho
Seguia tranquilo o meu dia
E assim se passou o ano.
Agora volto a fazer
A mesma pergunta
Que sempre repito
Nos últimos dias
Da passagem
Da renovação
Para mais um ano
De esperanças:
Foste tu própria, oh mulher?
Como é que posso saber
Se não sei quem sou
Se eu própria
Uns dias sou nada
Uns dias sou tudo?
Assim, vou fazer
A minha passagem
Para outros desafios
Outros trilhos
Vivendo as tempestades
Sem me preocupar
Se sou ou não sou
A própria
Porque imprópria
Não sou.
Manuela Silva

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sábado, 29 de dezembro de 2012
NOTAS DE ANO BOM por Carlos Rodrigues
“ NOTAS DE ANO BOM”
( `A Carlinha, nascida entre a Meia noite do Velho e o princípio do Novo )
Não voltarei a última página
Do tempo áspero das calemas,
Com vagas amargas no olhar.
Antes acordarei as espumas,
Que nos falam do renascer das aves,
Ignorando ressacas conceituosas.
De um Outono, passado da hora,
Resgatarei folhas amarelecidas
E beberei a seiva dourada
Dos veios de um pinheiro persistente.
Eliminarei arquivos obsoletos,
Inertes de cheiro malicioso
E bafios cismados em papel velho.
Salvarei, porém, desenhos infantis,
Com neves cintilantes e cenouras
Caricaturando o nariz do Inverno.
Depois, pleno de pensamentos novos,
Assumirei o bater das panelas,
Não admitindo, contudo, o clamor
Dos tachos dos que vivem em cima
Dos que andam por baixo.
Escutarei sirenes de barcos gritados,
Com travos espumantes na garganta,
E ao grito álacre dos pássaros,
Juntarei um Ano Bom para todos.
Engolirei, por fim, as doze passas
E abraçarei quem me alonga o braço,
Lembrando o muito que ainda há a fazer.
Celebraremos, então, o momento
Exacto de uma Luz quente, sentida,
À qual chamaremos Nova Vida
E aos que dentro de nós nasceram,
Entre o Fim da Noite e o Amanhecer,
Desejaremos tudo o que quiserem ser.
Carlos A.N. Rodrigues, 29 / 12 / 2012

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