Viva a Vida !

Este blog destina-se aos meus amigos e conhecidos assim como aos visitantes que nele queiram colaborar..... «Olá, Diga Bom Dia com Alegria, Boa Tarde, sem Alarde, Boa Noite, sem Açoite ! E Viva a Vida, com Humor / Amor, Alegria e Fantasia» ! Ah ! E não esquecer alguns trocos para os gastos (Victor Nogueira) ..... «Nada do que é humano me é estranho» (Terêncio)....«Aprender, Aprender Sempre !» (Lenine)
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domingo, 21 de julho de 2013

Do Tempo da Outra Senhora

A Escrita como Instrumento de Libertação do Homem
Amigo conheça!!! beijinhos
Descubra a efeméride de 21 de Julho no blogue
DO TEMPO DA OUTRA SENHORA
http://dotempodaoutrasenhora.blogspot.com/2013/06/efemerides-de-julho.html ~~

Foto: Descubra a efeméride de 21 de Julho no blogue
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quarta-feira, 10 de junho de 2009

Em Terras de Portugal

* Fotos de J. J. Castro Ferreira


Fontanelas - as placas toponímicas têm uma quadra alusiva


Rio Tejo - Ponte 25 de Abril


Lamego - fachada da Sé
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quarta-feira, 26 de março de 2008

Convívio do Movimento e Contraste (16) - A casa de Ribeiro Carvalho e não só




Vista da fachada



Traseiras





Pormenores de azulejos noutra casa nas redondezas

- Liberdade e Alegria




* Maria, Simplesmente
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Porque gostei deles e dentro de dias já não existirão pois a casa vai abaixo, envio-te estes dois painéis que me pareceram bonitas. Pelo menos as palavras são duas das mais bonitas que a humanidade pode pronunciar.
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Ontem, antes de me deitar, fui passar revista as fotografias que tinha sobre a casa de Ribeiro de Carvalho no Cacém.Aquela casa e aquela quinta – Quinta da Bela Vista onde está inserida – sempre exerceram sobre mim um certo fascínio, sem saber porquê.
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É talvez por a achar tão abandonada, escondida, fora da arquitectura que a rodeia e ainda mais, talvez à espera de ser demolida.
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Ontem resolvi passar revista ao que tinha sobre ela e mais ainda, saber notícias dela.Parecia-me ter lido algures, não sei onde que parecia ser possível salvá-la.Até deixei a preguiça de lado e logo que acordei, peguei no telefone para me informar.
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Todos os funcionários que desde a Câmara de Sintra, passando pelos Serviços de informações, urbanismo, até às Juntas de Freguesia e foram muitos os que me atenderam, foram bastante simpáticos, prontos a tentar dar-me a informação pretendida, mas da “Casa de Ribeiro de Carvalho”, ninguém sabia nada, nem tão pouco era assunto falado.
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Acredito que não fosse falado, mas Ribeiro de Carvalho foi um republicano destemido e influente em Portugal. Exerceu a função de deputado e participou na formação de governos da I República. Paralelamente, destacou-se como presidente do Senado de Sintra. O seu nome está igualmente associado à fundação da Associação dos Bombeiros Voluntários de Agualva-Cacém. Jornalista de profissão dirigiu, sabiamente, o jornal República, do qual também chegou a ser proprietário.
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Este parágrafo foi copiado dum artigo da Internet:

Sobre a Comissão Pró-Desenvolvimento de Agualva-Cacém
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sáb 01-03-2008
sáb 08-03-2008
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Foto/Logotipo de Olho de Lince em - Oficina das Ideias
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segunda-feira, 19 de novembro de 2007

1ª CARTA A ZECA AFONSO


* Maria Mamede

QUEIXAS


Zeca,
Que tristeza pensar que foi loucura
Lutar tanto tempo, se afinal
O esquecimento desfez toda a amargura
Todo o sofrimento e todo o mal!
E sofreste tu, por teres cantado
As lutas que devíamos lembrar
E por teres rido e por teres chorado
Por quem tinha medo de falar...
Ó como dói ver que nas campinas
Vergadas por jugos diferentes
Continuam ceifando as Catarinas
Mas mais conformadas, mais descrentes...

E o choro contido nas palavras
Histórias que trazemos, já contadas
Memórias que não riso, mas pena...
Ai a dor de serem de novo escravas
As gargantas já antes libertadas
Quando cantaram a "Grândola Morena"!

E esta imensa dor de ver traídos
Os ideais de Abril, renovação
Desse Mês-País, que fez história!
São agora angústia e são gemidos
Os cravos vermelhos da Revolução;
Mais um Alcácer de Bruma na memória!...

Zeca,
Toma os meus olhos, são fontes sem água
Donde brotaram jorros de alegira
Na liberdade das paixões a arder;
Ai meu Amigo, esta imensa mágoa!
Nosso País, mais uma vez se adia;
Toma os meus olhos, que eu não quero ver!...


Maria Mamede