Viva a Vida !

Este blog destina-se aos meus amigos e conhecidos assim como aos visitantes que nele queiram colaborar..... «Olá, Diga Bom Dia com Alegria, Boa Tarde, sem Alarde, Boa Noite, sem Açoite ! E Viva a Vida, com Humor / Amor, Alegria e Fantasia» ! Ah ! E não esquecer alguns trocos para os gastos (Victor Nogueira) ..... «Nada do que é humano me é estranho» (Terêncio)....«Aprender, Aprender Sempre !» (Lenine)
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quarta-feira, 16 de junho de 2010

O Kant_O_XimPi fez 4 anos em 14 de Junho

 

 

DOIS MOMENTOS, DOIS RETRATOS

DOIS MOMENTOS, DOIS RETRATOS

1 . - Uma "manife" em Évora, num verão quente, nos idos de 1974

Ontem, no comício do PC, ali no Rossio de S.Brás, o Álvaro Cunhal falou na independência dos povos das colónias. (...) Ainda antes do Álvaro Cunhal falar o palco foi abaixo por duas vezes. Uma multidão imensa concentrava se em redor do palco, junto ao Monte Alentejano, agitando se inúmeras bandeiras vermelhas do PC. Em uníssono, a multidão repetia as palavras de ordem, de punho erguido.
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Detecto, junto a mim, um grupo que vai comentando ao sabor das intervenções. Quando se falam nas torturas sofridas pelo Cunhal e outro comunista, uma mulher ao meu lado diz me: "Coitadinho! Bandidos!" E a multidão grita: "Morte à PIDE!". Dois delegados dos Sindicatos Agrícolas (Évora e Beja) enumeram as quebras dos contratos colectivos de trabalho e o nome dos latifundiários. A multidão grita: "Morte aos cães!" "A terra a quem a trabalha!".
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Ao meu lado, algumas mulheres dizem: "É assim mesmo!" e "Essa sou eu!", quando se fala em ranchos despedidos. O Álvaro Cunhal cita as lutas revolucionárias dos trabalhadores alentejanos e a "palha" que os latifundiários teriam mandado dar aos trabalhadores que imploravam comida. E a revolta; que enquanto houvesse ovelhas, galinhas e porcos não comiam palha os trabalhadores!
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O Partido faz a sua campanha e no palco estão pessoas que já conheço de há muito. Por detrás delas, enormes, em fundo vermelho, as efígies de Marx, Engels e Lenine. A brancura de Évora é agora quebrada por cartazes do PC. Marx, Engels e Lenine enchem as ruas, conjuntamente com cartazes com a foice e o martelo. (1974.07.28)
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2. - Passa Camarada
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Na Voz do Operário ao chegar à porta para o pátio olhei por cima do ombro e vi o Álvaro e o seu guarda-costas e disse-lhe naturalmente: «Passa, camarada» ao que ele retorquiu " Passa tu, camarada, que chegaste primeiro» E assim ficámos lado a lado no pátio, numa lenta fila para o almoço, enquanto as pessoas vinham cumprimentá-lo ou apresentá-lo aos filhos de colo ou não.
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Foi uma hora divertida e tenho pena de não ter fixado por escrito as conversas, as impressões já desvanecidas e, sobretudo, os diálogos bem humorados com Dias Lourenço sobre as peripécias em torno das fugas de Peniche.
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Porquê Kant_O_XimPi

segunda-feira, 7 de julho de 2008

Convívio entre Abril e Maio (10) - Em Memória de Irena Sendlerowa

Building a rainbow de Tito Salomoni

remetido por namibiano ferreira

sex 30-05-2008 13:42

namibianotombua.multiply.com/journal

Poesia de Namibiano Ferreira

PARA NUNCA MAIS A GUERRA

CORES & PALAVRAS


Em Memória de Irena Sendlerowa

(1910 – 2008)

A heroina polaca que salvou crianças judias do Gueto de Varsóvia, durante a Segunda Guerra Mundial, faleceu no dia 12 de maio de 2008, às 8 horas da manhã, hora local. Irena foi e será sempre uma grande Mulher, uma grande Humanista, uma grande Alma.

Por favor repassem este e-mail, a obra desta MULHER nao pode cair no esquecimento, nem nos podemos jamais esquecer de todos aqueles que sofreram o Holocausto e outros que continuamente sofrem as maos de regimes totalitarios e despoticos.

Blog EntryEM MEMORIA DE IRENA SENDLEROWAMay 29, '08 11:57 AM
for everyone

Em Memória de Irena Sendlerowa

(1910 – 2008)

A heroina polaca que salvou crianças judias do Gueto de Varsóvia, durante a Segunda Guerra Mundial, faleceu no dia 12 de maio de 2008, às 8 horas da manhã, hora local. Irena foi e será sempre uma grande Mulher, uma grande Humanista, uma grande Alma.

Irena Sendler, em língua polaca Irena Sendlerowa, (15 de Fevereiro de 1910 - 12 de Maio de 2008), também conhecida como "o anjo do Gueto de Varsóvia", foi uma activista dos direitos humanos durante a Segunda Guerra Mundial, tendo contribuido para salvar mais de 2.500 vidas ao levar alimentos, roupa e medicamentos às pessoas barricadas no gueto, com risco da própria vida.

A Mãe das crianças do Holocausto

A razão pela qual resgatei as crianças tem origem no meu lar, na minha infância. Fui educada na crença de que uma pessoa necessitada deve ser ajudada com o coração, sem importar a sua religião ou nacionalidade. - Irena Sendler

Quando a Alemanha Nazi invadiu o país em 1939, Irena era enfermeira no Departamento de Bem-estar Social de Varsóvia, que organizava os espaços de refeição comunitários da cidade. Ali trabalhou incansavelmente para aliviar o sofrimento de milhares de pessoas, tanto judias como católicas. Graças a ela, esses locais não só proporcionavam comida para órfãos, anciãos e pobres como lhes entregavam roupa, medicamentos e dinheiro.

Em 1942, os názis criaram um gueto em Varsóvia, e Irena, horrorizada pelas condições em que ali se sobrevivia, uniu-se ao Conselho para a Ajuda aos Judeus, Zegota. Ela mesma contou: "Consegui, para mim e minha companheira Irena Schultz, identificações do gabinete sanitário, entre cujas tarefas estava a luta contra as doenças contagiosas. Mais tarde tive êxito ao conseguir passes para outras colaboradoras. Como os alemães invasores tinham medo de que ocorresse uma epidemia de tifo, permitiam que os polacos controlassem o recinto."

Quando Irena caminhava pelas ruas do gueto, levava uma braçadeira com a estrela de David, como sinal de solidariedade e para não chamar a atenção sobre si própria. Pôs-se rapidamente em contacto com famílias, a quem propôs levar os seus filhos para fora do gueto, mas não lhes podia dar garantias de êxito. Eram momentos extremamente difíceis, quando devia convencer os pais a que lhe entregassem os seus filhos e eles lhe perguntavam: "Podes prometer-me que o meu filho viverá?". Disse Irena, "Quê podia prometer, quando nem sequer sabia se conseguiriam sair do gueto? A única certeza era a de que as crianças morreriam se permanecessem lá. Muitas mães e avós eram reticentes na entrega das crianças, algo absolutamente compreensível, mas que viria a se tornar fatal para elas. Algumas vezes, quando Irena ou as suas companheiras voltavam a visitar as famílias para tentar fazê-las mudar de opinião, verificavam que todos tinham sido levados para os campos da morte.

Ao longo de um ano e meio, até à evacuação do gueto no Verão de 1942, conseguiu resgatar mais de 2.500 crianças por várias vias: começou a recolhê-las em ambulâncias como vítimas de tifo, mas logo se valia de todo o tipo de subterfúgios que servissem para os esconder: sacos, cestos de lixo, caixas de ferramentas, carregamentos de mercadorias, sacas de batatas, caixões... nas suas mãos qualquer elemento transformava-se numa via de fuga.

Irena vivia os tempos da guerra pensando nos tempos de paz e por isso não fica satisfeita só por manter com vida as crianças. Queria que um dia pudessem recuperar os seus verdadeiros nomes, a sua identidade, as suas histórias pessoais e as suas famílias. Concebeu então um arquivo no qual registava os nomes e dados das crianças e as suas novas identidades.

Os názis souberam dessas actividades e em 20 de Outubro de 1943 Irena Sendler foi presa pela Gestapo e levada para a infame prisão de Pawiak onde foi brutalmente torturada. Num colchão de palha encontrou uma pequena estampa de Jesus Misericordioso com a inscrição: “Jesus, em Vós confio”, e conservou-a consigo até 1979, quando a ofereceu ao Papa João Paulo II.

Ela, a única que sabia os nomes e moradas das famílias que albergavam crianças judias, suportou a tortura e negou-se a trair seus colaboradores ou as crianças ocultas. Quebraram-lhe os ossos dos pés e as pernas, mas não conseguiram quebrar a sua determinação. Foi condenada à morte. Enquanto esperava pela execução, um soldado alemão levou-a para um "interrogatório adicional". Ao sair, gritou-lhe em polaco "Corra!". No dia seguinte Irena encontrou o seu nome na lista de polacos executados. Os membros da Żegota tinham conseguido deter a execução de Irena subornando os alemães, e Irena continuou a trabalhar com uma identidade falsa.

Em 1944, durante o Levantamento de Varsóvia, colocou as suas listas em dois frascos de vidro e enterrou-os no jardim de uma vizinha para se assegurar de que chegariam às mãos indicadas se ela morresse. Ao finalizar a guerra, Irena desenterrou-os e entregou as notas ao doutor Adolfo Berman, o primeiro presidente do comité de salvação dos judeus sobreviventes. Lamentavelmente a maior parte das famílias das crianças tinha sido morta nos campos de extermínio názis. De início, as crianças que não tinham família adoptiva foram cuidadas em diferentes orfanatos e pouco a pouco foram enviadas para a Palestina.

As crianças só conheciam Irena pelo seu nome de código "Jolanta". Mas anos depois, quando a sua fotografia saiu num jornal depois de ser premiada pelas suas acções humanitárias durante a guerra, um homem chamou-a por telefone e disse-lhe: "Lembro-me da sua cara. Foi você quem me tirou do gueto." E assim começou a receber muitas chamadas e reconhecimentos públicos.

Em 1965 a organização Yad Vashem de Jerusalém outorgou-lhe o título de Justa entre as Nações e nomeou-a cidadã honorária de Israel.

Em Novembro de 2003 o presidente da República Aleksander Kwaśniewski, concedeu-lhe a mais alta distinção civil da Polónia: a Ordem da Águia Branca. Irena foi acompanhada pelos seus familiares e por Elżbieta Ficowska, uma das crianças que salvou, que recordava como "a menina da colher de prata".

Texto em itálico retirado da wikipedia.

http://www.irenasendler.org/

http://www.holocaustforgotten.com/sendler.htm

http://www.irenasendler.org/team.asp

http://pt.wikipedia.org/wiki/Irena_Sendler (Portugues wiki)

http://en.wikipedia.org/wiki/Irena_Sendler (English wiki)

Blog EntryIN MEMORY OF IRENA SENDLEROWAMay 29, '08 11:10 AM
for everyone

In Memory of
Irena Sendlerowa
1910-2008

Irena Sendler passed away on Monday May 12th, 2008 at 8:00 am CEST in Warsaw, Poland. A funeral service will be held on Thursday, May 15th at noon CEST in Warsaw. Memorial services are planned in numerous places, including Fort Scott, KS.

The life of Irena Sendler was one of great testimony, one of courage and love, one of respect for all people, regardless of race, religion and creed. She passed away peacefully, knowing that her message goes on. Our hearts and prayers go out to her worldwide family. She is gone, but will never be forgotten. Born in Warsaw, Poland, she live most of her young life in Otwock. Irena Sendlerowa led the rescue of 2,500 Jewish children from the Warsaw Ghetto during the Holocaust in World War II. She was recently nominated for the Nobel Peace Prize. Her legacy of repairing the world continues, as good continues to triumph over evil. Irena Sendlerowa was 98 years old.

November 13, 2003 - from POPE JOHN PAUL II - TO IRENA SENDLEROWA. "Honorable and dear Madam, I have learned you were awarded the Jan Karski prize for Valor and Courage. Please accept my hearty congratulations and respect for your extraordinarily brave activities in the years of occupation, when - disregarding your own security - you were saving many children from extermination, and rendering humanitarian assistance to human beings who needed spiritual and material aid. Having been yourself afflicted with physical tortures and spiritual sufferings you did not break down, but still unsparingly served others, co-creating homes for children and adults. For those deeds of goodness for others, let the Lord God in his goodness reward you with special graces and blessing. Remaining with respect and gratitude I give the Apostolic Benediction to you." POPE JOHN PAUL II

A GREAT WOMAN, A GREAT HUMANIST, A GREAT SOUL...

Irena Sendler (in Polish also: Irena Sendlerowa; de domo Krzyżanowska; February 15, 1910 – May 12, 2008) was a Polish social worker. During World War II she was an activist in the Polish Underground and the Żegota Polish anti-Holocaust resistance in Warsaw. She helped save 2,500 Jewish children from the Warsaw Ghetto by providing them with false documents and sheltering them in individual and group children's homes outside the Ghetto.

World War II Resistance

During the World War II German occupation of Poland, Sendler lived in Warsaw (before that she lived in Tarczyn) while working for the city's Social Welfare Department.

She started helping Jews a long time before the Warsaw Ghetto was established. As early as 1939, when the Germans invaded Poland, she began helping Jews by offering them food and shelter. Irena and her helpers made over 3,000 false documents to help Jewish families, before she joined Żegota and the children's division. Helping Jews was very risky — in German-occupied Poland, all household members were punished by death if a hidden Jew was found in their house. This punishment was more severe than those applied in other occupied European countries.

In December 1942, the newly created Children's Section of the Żegota (Council for Aid to Jews), nominated her (under her cover name Jolanta) to head its children's department. As an employee of the Social Welfare Department, she had a special permit to enter the Warsaw Ghetto, to check for signs of typhus; something the Nazis feared would spread beyond the ghetto. During the visits, she wore a Star of David as a sign of solidarity with the Jewish people and so as not to call attention to herself.

She cooperated with the Children's Section of the Municipal Administration, linked with the RGO (Central Welfare Council), a Polish Relief Organization tolerated under German supervision. She organized the smuggling of Jewish children from the Ghetto, carrying them out in boxes, suitcases and trolleys. Under the pretext of conducting inspections of sanitary conditions during a typhoid outbreak, Sendler visited the ghetto and smuggled out babies and small children in ambulances and trams, sometimes disguising them as packages. She also used the old courthouse of the edge of the Warsaw Ghetto (still standing) as one of the main routes of smuggling children out. The children were placed with Polish families, the Warsaw orphanage of the Sisters of the Family of Mary or Roman Catholic convents such as the Sisters Little Servants of the Immaculate Conception of the Blessed Mary at Turkowice and Chotomów. Some were smuggled to priests in parish rectories where they could be further hidden. She hid lists of their names in jars, in order to keep track of their original and new identities. Żegota assured the children that, when the war was over, they must be returned to Jewish relatives.

In 1943, Sendler was arrested by the Gestapo, severely tortured, and sentenced to death. Żegota saved her by bribing German guards on the way to her execution. She was left in the woods, unconscious and with broken arms and legs. She was listed on public bulletin boards as among those executed. For the remainder of the war, she lived in hiding, but continued her work for the Jewish children. After the war, she dug up the jars containing the children's identities and began an attempt to find the children and return them to living parents. However, almost all the children's parents had died at the Treblinka extermination camp.

http://www.irenasendler.org/

http://www.holocaustforgotten.com/sendler.htm

http://www.irenasendler.org/team.asp

http://pt.wikipedia.org/wiki/Irena_Sendler (Portugues wiki)

http://en.wikipedia.org/wiki/Irena_Sendler (English wiki)

quarta-feira, 11 de junho de 2008

Rescaldo polémico da grande entrevista dada por Gabriel Castanhas/ Cantor/ Radialista/ Cidadão da histórica Vila do Couço (a TAL que não vem no mapa e onde a falecida PIDE/ DGS fazia centenas e centenas de prisões) ao Arestas de Vento ...
TUDO AOS DOMINGOS das 11 às 14h em 102.2 FM e em www.palfm.com
ARESTAS DE VENTO
O raio de um programa onde a polémica e as palavras andam sem algemas e mordaças, saudavelmente à solta, mas com ameaça de mandado de captura ...
RICARDO CARDOSO e CÉU CAMPOS, chefiam um bando de colaboradores e convidados, brutos no falar, intemeratos, atrevidos e sem topetas ...
é a polémica a bater forte nos idiotas, nos colaboracionistas, nos que se julgam únicos e insubstituíveis, na sacanagem que vegeta nas franjas ocultas do poder, de qualquer poder ...
é a boa cultura a fazer das suas - e das nossas !
O convidado especial da emissão de 8 de Junho foi em boa hora Gabriel Castanhas - Cantor/ Radialista/ Cidadão da histórica Vila do Couço (a TAL que não vem no mapa e onde a falecida PIDE/ DGS fazia centenas e centenas de prisões) . Ai Portugal Portugal dos sem memoria … Gabriel Castanhas é oriundo de uma família antifascista.
Ouvir o Arestas de Vento é fazer parte de um movimento cultural singular, interventor e aberto aos valores de sempre.
A polémica, a revolta, a histórica Vila do Couço e as cantigas tomaram conta em alta do Arestas de Vento ...
Rescaldo/ Entrevista a Gabriel Castanhas
Parabéns ao Arestas de Vento que eu chamaria o desmaquilhante de todos os domingos que tem a coragem de pôr a cara deste país tal e qual como ela é.
Fernando Guerreiro/ Actor/ Encenador
Mano Cardoso
Quem cantou Manuel Alegre como eu cantei durante tantos anos
E foi pedreiro na 1ª semana da cultura do Couço
Tem a obrigação de escrever
No teu blog que me causa inquietação ver o PS fazer uma politica social
Contra a sua própria natureza.
Alguns companheiros vão ter que limpar o balneário antes da nova abrilada.
Meditem no comentário escrito pelo Fernando Manuel Pereira
E que o Cardoso leu no domingo na rádio.
Àquilo chamo personalismo activo. É como a fama do Constantino: vem de longe.
Ajuda na reconstrução da alma do Sorraia e continua a divulgar o Tordo e o Ary. Eu tenho os dentes duros para favas. E tu?
Qualquer dia faço da ausência do cantor Tordo nas festas de algumas freguesias vermelhas uma canção.
Um abraço.
Luís Artur de Sousa/ Musico/ Escriba/ Ex fuzileiro e tomador do castelo da PIDE/ DGS/ Inimigo visceral de muitos filhos da natureza.
O Castanhas tem razão
A coisa está complicada
E na falta de solução
Que tal à castanhada?
José Gago/ Poeta popular/ Cidadão de Palmela
QUANDO A MEMÓRIA É ENTREVISTADA
Um, personalidade que não destoa, adepto da renovação com fundo de perdão, exemplos já dados, destaca-se pela diferença, aqui sem arrependimentos mal-agradecidos, tecendo horas domingueiras, as melhores, onde se diverte e irmana, não ignorando patifarias, algumas em faxes escondidas, outras por entre panos de cena, ou mesas de "café", refinadas quanto baste, mas incapazes e inócuas.
Outro, sorvendo minutos como mel escorrendo, as experiências vão tomando forma e destino, uma "nau catrineta" cortando as ondas da memória, amamentadas a troco da saudade, palavras sentidas, algo carentes, emotivas, com raiz conservada, alimentada em nome do coração e da mente, transmissíveis, mesmo correndo o risco de serem esquecidas na voragem da vida.
Uma combinação arrumada, culta, sem limites, sem censuras, entre amigos comprometidos, razão e meio para chegar ao desfecho, com sinais acalmados de uma certa loucura, antiga e sofrida, auto-exílio a provocar retorno, fome de imagens e sentimentos, lembranças com início, começos de outras lembranças sem tempo para suprimir a solidão, desenvolvendo memórias sem se repetirem.
Os dois, num jogo favorito, dependentes do berço, hoje dos fados com que percorrem a estrada da vida e das palavras, modos diferentes, igual essência, entregues sem pudor ao nécter nem sempre fácil das recordações, algumas inquietas, ansiosos por tocarem com os próprios dedos os mapas escondidos na conversa pública, um mundo próprio que o segredo se sente impotente para segurar.
Refastelados, colaram-nos ao rádio durante duas horas, cumplicidade no raspão que lasca a nossa solidariedade e nos puxa devagar até olharmos também olhos nos olhos as estórias de vida e de luta, num regresso comum à esperança.
Para Vocês, camaradas de vida, Ricardo Cardoso e Gabriel Castanhas, um Abraço, e contem comigo para derrubar o "muro" da cultura abortiva!
Fernando Manuel Pereira/ Poeta/ Setubalense/ Blogues do autor: http://sempreemluta.nireblog.com/ e http://etcetal.blogs.sapo.pt/ e http://palavrasnovento.nireblog.com/
Amigo Ricardo, colaboradores e auditório!
Parabéns parabéns parabéns pela entrevista ao Gabriel Castanhas.
Eu assino tudo o que discutiram: o país está a ferro e fogo e não é mais do que uma nova forma do 25 de Abril.
Viva a cultura popular que como a palavra diz é do povo verdadeiro e que o Couço não perca identidade. A globalização é um embuste facil. Pensem nos pobres e nos reformados que estão todos em desespero por culpa dessa mentira.
Abraço solidário.
Arménio Marques França/ Fundador do Partido Político Minha Pátria Amada
Caro Ricardo Cardoso,
No rescaldo de mais uma entrevista, desta vez ao Homem da rádio, ao cantor romântico, ao democrata e ao anti-fascista GABRIEL CASTANHAS, uma primeira palavra é de felicitação ao “ARESTAS DE VENTO” porque, mais uma vez, a demagogia, a conversa da treta, o blá-blá-blá de falso conteúdo cultural, ficaram no hall de entrada do estúdio e a porta do mesmo abriu-se de par em par eu diria, mesmo, escancarou-se para permitir a entrada e a presença permanente da boa Cultura, capaz de nos deixar de ouvido pregado nos 102.2 FM, durante duas gostosas horas.
Quem tenha aterrado no “Arestas de Vento” para apalpar o pulso ao programa, pôde confirmar que ali as palavras não têm algemas nem mordaças e movem-se saudável e livremente, tendo como único limite o apego à democracia, à liberdade e aos valores da Revolução de Abril.
A segunda palavra é para saudar a postura, generosidade, solidariedade e o apego consciente e acérrimo aos valores democráticos que marcam a personalidade da pessoa do convidado, o GABRIEL CASTANHAS, o que apenas pode constituir surpresa para quem não conheça este anti-fascista da histórica e massacrada Vila do Couto, a mais alentejana das terras ribatejanas.
A entrevista, extraordinariamente bem conduzida, como habitualmente, pela mão do Ricardo Cardoso, deu-nos a conhecer um cantor popular e romântico que transporta para as suas canções o romantismo que caracteriza o povo português renegando, de todo, a música pimba. Enquanto radialista, defendeu a importância das rádios progressistas e da necessidade da divulgação da música de qualidade feita em Portugal e destacou que jamais traiu os valores que defende no exercício daquele mister. Como cidadão da histórica Vila do Couço, comoveu-se até às lágrimas a recordar a hombridade, verticalidade, o amor ao Povo e aos ideais da liberdade defendidos pelos seus pais, vítimas da odiosa polícia fascista e, vincou bem ter sido esse exemplo de vida herdado dos pais que o temperou e deu-lhe orientação de conduta para estar na sociedade de cabeça bem levantada. Não ficou por aí o Gabriel e teceu elogios a todos os camaradas e conterrâneos que defenderam a Democracia e a Liberdade, pagando com a prisão o Amor aos mais nobres ideais.
Ricardo, merece-me o maior aplauso a ideia do Gabriel Castanhas da necessidade da divulgação às crianças e jovens das péssimas condições de vida a que o regime fascista submeteu a esmagadora maioria do povo português, para que tal regime nunca mais seja possível.
Muito ficou por dizer deste Homem grande (fisicamente) e deste grande Homem, cujo exemplo de vida não o envergonha. Saúdo o democrata, o anti-fascista, o Homem bom, simples e humilde, GABRIEL CASTANHAS, que prestou, nesta entrevista, um óptimo serviço à causa da Democracia.
Felicidades para o Gabriel ao nível pessoal, familiar e profissional são os votos justos e merecidos do
Leonel Dias, Setubalense e Amigo do “Arestas de Vento”
E a caravana passa ... MAIS PALAVRAS PARA QUÊ ?...
Parabéns ao Amigo Gabriel. Soube estar à altura do Arestas. Outra coisa, aliás, não seria de esperar. Quem tem a marca do Couço é como o algodão, NÃO ENGANA!
FORÇA RICARDO E CÉU!
Uma palavra, também, para os incomparáveis GAGO E "COMBATE" PEREIRA. MAGNÍFICOS!
VIVA A CULTURA, VIVA O "ARESTAS DE VENTO".
Luís Filipe Estrela/ Poeta/ Actor do GATEM/ Director do Jornal Viva Setúbal
Um grande abraço para todos e viva o grande Gabriel Castanhas.
Ricardo. Amigo. Não esqueças nunca o nosso José Labaredas.
Um grande e sincero abraço.
Mário Godinho/ Cidadão da histórica Vila do Couço/ Amigo da cultura
Boa tarde para todos. Sendo o Gabriel Castanhas um radialista/ cantor responda agora ao seguinte já que na rádio não houve tempo para isso: Cantor não fui, mas radialista fui e dizem que tinha jeito: o que tem a dizer sobre a maneira de fazer rádio com 2 pratos e os velhos deckos? Sentia-se entusiasmado ou realizado? E hoje com o computador?
Abraço radialista.
Carlos Resende/ Cidadão de Setúbal/ Radialista/ Amigo do Arestas de Vento
Amigo Ricardo Cardoso e dª Céu, mais uma vez, muito obrigado pela saudação no programa Arestas de Vento.
Quero dizer desta vez que com a entrevista ao senhor Gabriel Castanhas o Arestas de Vento fez a festa da verdade.
O senhor Castanhas foi um belo exemplo do que deve ser um cantor popular. Aliás, não há pratica popular sem cultura. Pode haver outra coisa no lugar. Mas, cultura não é.
Um grande abraço.
Alexandre Kasesa/ Cidadão de Moscavide/ Esperantista
Senhor Ricardo e dona Céu, agradeço a saudação no Arestas de Vento.
Dou muito valor a isso.
Obrigado.
Anabela Kasesa/ Cidadã de Moscavide
(Em actualização...)
Publicado por arestas em 01:17 PM
Ver novidades do Arestas de Vento em http://arestasdevento.blogs.sapo.pt/
Ou ...

Rescaldo polémico de entrevista a GABRIEL CASTANHAS no Arestas de Vento

CASA DO POVO DO COUÇO
Exposição de Fotografia
de 25 de Abril a 7 de Maio
de 2006


31 de Agosto de 1975 o fotorepórter italiano Fausto Giaccone acompanhou uma jornada de ocupação de latifúndios na aldeia ribatejana do Couço.

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Rescaldo polémico da grande entrevista dada por Gabriel Castanhas/ Cantor/ Radialista/ Cidadão da histórica Vila do Couço (a TAL que não vem no mapa e onde a falecida PIDE/ DGS fazia centenas e centenas de prisões) ao Arestas de Vento ...

TUDO AOS DOMINGOS das 11 às 14h em 102.2 FM e em www.palfm.com

ARESTAS DE VENTO

O raio de um programa onde a polémica e as palavras andam sem algemas e mordaças, saudavelmente à solta, mas com ameaça de mandado de captura ...
RICARDO CARDOSO e CÉU CAMPOS, chefiam um bando de colaboradores e convidados, brutos no falar, intemeratos, atrevidos e sem topetas ...
é a polémica a bater forte nos idiotas, nos colaboracionistas, nos que se julgam únicos e insubstituíveis, na sacanagem que vegeta nas franjas ocultas do poder, de qualquer poder ...
é a boa cultura a fazer das suas - e das nossas !

O convidado especial da emissão de 8 de Junho foi em boa hora Gabriel Castanhas - Cantor/ Radialista/ Cidadão da histórica Vila do Couço (a TAL que não vem no mapa e onde a falecida PIDE/ DGS fazia centenas e centenas de prisões) . Ai Portugal Portugal dos sem memoria … Gabriel Castanhas é oriundo de uma família antifascista.

Ouvir o Arestas de Vento é fazer parte de um movimento cultural singular, interventor e aberto aos valores de sempre.

A polémica, a revolta, a histórica Vila do Couço e as cantigas tomaram conta em alta do Arestas de Vento ...

Rescaldo/ Entrevista a Gabriel Castanhas

Parabéns ao Arestas de Vento que eu chamaria o desmaquilhante de todos os domingos que tem a coragem de pôr a cara deste país tal e qual como ela é.
Fernando Guerreiro/ Actor/ Encenador

Mano Cardoso
Quem cantou Manuel Alegre como eu cantei durante tantos anos
E foi pedreiro na 1ª semana da cultura do Couço
Tem a obrigação de escrever
No teu blog que me causa inquietação ver o PS fazer uma politica social
Contra a sua própria natureza.
Alguns companheiros vão ter que limpar o balneário antes da nova abrilada.
Meditem no comentário escrito pelo Fernando Manuel Pereira
E que o Cardoso leu no domingo na rádio.
Àquilo chamo personalismo activo. É como a fama do Constantino: vem de longe.
Ajuda na reconstrução da alma do Sorraia e continua a divulgar o Tordo e o Ary. Eu tenho os dentes duros para favas. E tu?
Qualquer dia faço da ausência do cantor Tordo nas festas de algumas freguesias vermelhas uma canção.
Um abraço.
Luís Artur de Sousa/ Musico/ Escriba/ Ex fuzileiro e tomador do castelo da PIDE/ DGS/ Inimigo visceral de muitos filhos da natureza.

O Castanhas tem razão
A coisa está complicada
E na falta de solução
Que tal à castanhada?
José Gago/ Poeta popular/ Cidadão de Palmela

QUANDO A MEMÓRIA É ENTREVISTADA
Um, personalidade que não destoa, adepto da renovação com fundo de perdão, exemplos já dados, destaca-se pela diferença, aqui sem arrependimentos mal-agradecidos, tecendo horas domingueiras, as melhores, onde se diverte e irmana, não ignorando patifarias, algumas em faxes escondidas, outras por entre panos de cena, ou mesas de "café", refinadas quanto baste, mas incapazes e inócuas.
Outro, sorvendo minutos como mel escorrendo, as experiências vão tomando forma e destino, uma "nau catrineta" cortando as ondas da memória, amamentadas a troco da saudade, palavras sentidas, algo carentes, emotivas, com raiz conservada, alimentada em nome do coração e da mente, transmissíveis, mesmo correndo o risco de serem esquecidas na voragem da vida.
Uma combinação arrumada, culta, sem limites, sem censuras, entre amigos comprometidos, razão e meio para chegar ao desfecho, com sinais acalmados de uma certa loucura, antiga e sofrida, auto-exílio a provocar retorno, fome de imagens e sentimentos, lembranças com início, começos de outras lembranças sem tempo para suprimir a solidão, desenvolvendo memórias sem se repetirem.
Os dois, num jogo favorito, dependentes do berço, hoje dos fados com que percorrem a estrada da vida e das palavras, modos diferentes, igual essência, entregues sem pudor ao nécter nem sempre fácil das recordações, algumas inquietas, ansiosos por tocarem com os próprios dedos os mapas escondidos na conversa pública, um mundo próprio que o segredo se sente impotente para segurar.
Refastelados, colaram-nos ao rádio durante duas horas, cumplicidade no raspão que lasca a nossa solidariedade e nos puxa devagar até olharmos também olhos nos olhos as estórias de vida e de luta, num regresso comum à esperança.
Para Vocês, camaradas de vida, Ricardo Cardoso e Gabriel Castanhas, um Abraço, e contem comigo para derrubar o "muro" da cultura abortiva!
Fernando Manuel Pereira/ Poeta/ Setubalense/ Blogues do autor: http://sempreemluta.nireblog.com/ e http://etcetal.blogs.sapo.pt/ e http://palavrasnovento.nireblog.com/

Amigo Ricardo, colaboradores e auditório!
Parabéns parabéns parabéns pela entrevista ao Gabriel Castanhas.
Eu assino tudo o que discutiram: o país está a ferro e fogo e não é mais do que uma nova forma do 25 de Abril.
Viva a cultura popular que como a palavra diz é do povo verdadeiro e que o Couço não perca identidade. A globalização é um embuste facil. Pensem nos pobres e nos reformados que estão todos em desespero por culpa dessa mentira.
Abraço solidário.
Arménio Marques França/ Fundador do Partido Político Minha Pátria Amada

Caro Ricardo Cardoso,
No rescaldo de mais uma entrevista, desta vez ao Homem da rádio, ao cantor romântico, ao democrata e ao anti-fascista GABRIEL CASTANHAS, uma primeira palavra é de felicitação ao “ARESTAS DE VENTO” porque, mais uma vez, a demagogia, a conversa da treta, o blá-blá-blá de falso conteúdo cultural, ficaram no hall de entrada do estúdio e a porta do mesmo abriu-se de par em par eu diria, mesmo, escancarou-se para permitir a entrada e a presença permanente da boa Cultura, capaz de nos deixar de ouvido pregado nos 102.2 FM, durante duas gostosas horas.
Quem tenha aterrado no “Arestas de Vento” para apalpar o pulso ao programa, pôde confirmar que ali as palavras não têm algemas nem mordaças e movem-se saudável e livremente, tendo como único limite o apego à democracia, à liberdade e aos valores da Revolução de Abril.
A segunda palavra é para saudar a postura, generosidade, solidariedade e o apego consciente e acérrimo aos valores democráticos que marcam a personalidade da pessoa do convidado, o GABRIEL CASTANHAS, o que apenas pode constituir surpresa para quem não conheça este anti-fascista da histórica e massacrada Vila do Couto, a mais alentejana das terras ribatejanas.
A entrevista, extraordinariamente bem conduzida, como habitualmente, pela mão do Ricardo Cardoso, deu-nos a conhecer um cantor popular e romântico que transporta para as suas canções o romantismo que caracteriza o povo português renegando, de todo, a música pimba. Enquanto radialista, defendeu a importância das rádios progressistas e da necessidade da divulgação da música de qualidade feita em Portugal e destacou que jamais traiu os valores que defende no exercício daquele mister. Como cidadão da histórica Vila do Couço, comoveu-se até às lágrimas a recordar a hombridade, verticalidade, o amor ao Povo e aos ideais da liberdade defendidos pelos seus pais, vítimas da odiosa polícia fascista e, vincou bem ter sido esse exemplo de vida herdado dos pais que o temperou e deu-lhe orientação de conduta para estar na sociedade de cabeça bem levantada. Não ficou por aí o Gabriel e teceu elogios a todos os camaradas e conterrâneos que defenderam a Democracia e a Liberdade, pagando com a prisão o Amor aos mais nobres ideais.
Ricardo, merece-me o maior aplauso a ideia do Gabriel Castanhas da necessidade da divulgação às crianças e jovens das péssimas condições de vida a que o regime fascista submeteu a esmagadora maioria do povo português, para que tal regime nunca mais seja possível.
Muito ficou por dizer deste Homem grande (fisicamente) e deste grande Homem, cujo exemplo de vida não o envergonha. Saúdo o democrata, o anti-fascista, o Homem bom, simples e humilde, GABRIEL CASTANHAS, que prestou, nesta entrevista, um óptimo serviço à causa da Democracia.
Felicidades para o Gabriel ao nível pessoal, familiar e profissional são os votos justos e merecidos do
Leonel Dias, Setubalense e Amigo do “Arestas de Vento”

E a caravana passa ... MAIS PALAVRAS PARA QUÊ ?...
Parabéns ao Amigo Gabriel. Soube estar à altura do Arestas. Outra coisa, aliás, não seria de esperar. Quem tem a marca do Couço é como o algodão, NÃO ENGANA!
FORÇA RICARDO E CÉU!
Uma palavra, também, para os incomparáveis GAGO E "COMBATE" PEREIRA. MAGNÍFICOS!
VIVA A CULTURA, VIVA O "ARESTAS DE VENTO".
Luís Filipe Estrela/ Poeta/ Actor do GATEM/ Director do Jornal Viva Setúbal

Um grande abraço para todos e viva o grande Gabriel Castanhas.
Ricardo. Amigo. Não esqueças nunca o nosso José Labaredas.
Um grande e sincero abraço.
Mário Godinho/ Cidadão da histórica Vila do Couço/ Amigo da cultura

Boa tarde para todos. Sendo o Gabriel Castanhas um radialista/ cantor responda agora ao seguinte já que na rádio não houve tempo para isso: Cantor não fui, mas radialista fui e dizem que tinha jeito: o que tem a dizer sobre a maneira de fazer rádio com 2 pratos e os velhos deckos? Sentia-se entusiasmado ou realizado? E hoje com o computador?
Abraço radialista.
Carlos Resende/ Cidadão de Setúbal/ Radialista/ Amigo do Arestas de Vento

Amigo Ricardo Cardoso e dª Céu, mais uma vez, muito obrigado pela saudação no programa Arestas de Vento.
Quero dizer desta vez que com a entrevista ao senhor Gabriel Castanhas o Arestas de Vento fez a festa da verdade.
O senhor Castanhas foi um belo exemplo do que deve ser um cantor popular. Aliás, não há pratica popular sem cultura. Pode haver outra coisa no lugar. Mas, cultura não é.
Um grande abraço.
Alexandre Kasesa/ Cidadão de Moscavide/ Esperantista

Senhor Ricardo e dona Céu, agradeço a saudação no Arestas de Vento.
Dou muito valor a isso.
Obrigado.
Anabela Kasesa/ Cidadã de Moscavide

(Em actualização...)

Publicado por arestas em 01:17 PM

Ver novidades do Arestas de Vento em http://arestasdevento.blogs.sapo.pt/

Ou ...

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sábado, 17 de novembro de 2007

Zeca Afonso - um amigo (2) - Os Vampiros




* Victor Nogueira
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No post anterior falei das duas únicas vezes em que me lembro de ter visto o Zeca Afonso pessoalmente. Mas já o «conhecia» de Luanda, duma data, que situa entre 1964 e 1966. quando em casa recebi um telefonema do meu colega do Liceu e amigo Virgílio que me disse um pouco em surdina: «Ouve este disco que acabou de me chegar às mãos». E assim, pelo telefone. ouvi pela 1ª vez o José Afonso, interpretando «Os Vampiros».
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Continua em José Afonso e o Canto de Intervenção
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Em 1959 frequenta colectividades e canta regularmente em meios populares. No ano seguinte são editados mais dois singles: «Balada do Outono» e «Dr. José Afonso em Baladas de Coimbra / Menino do Bairro Negro». Este último inclui «Os Vampiros», canção proibida pela censura e pela PIDE. «Os Vampiros», juntamente com «Trova do Vento que Passa» (gravada só em 1963), escrita por Manuel Alegre e cantada por Adriano Correia de Oliveira, constituem um marco fundamental da canção de intervenção e de resistência antifascista. .
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Texto parcialmente transcrito de -> África - Europa - América - BIOGRAFIAS - José Afonso

sexta-feira, 31 de agosto de 2007

No campo da morte lenta - TARRAFAL -




* Gilberto de Oliveira

No céu as nuvens em densa atmosfera,
“premendo" os montes, o horizonte, a vida,
á mais angustiante, funesta e deprimida
das existências que nos dilacera.
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No chão o lixo - que vergonhoso era! -
em pó, em ossos, em erva ressequida,
medrando a esmo, como enlouquecida
fecundação de torpe primavera.
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Por fauna, aves negras e guerreiras
de garra adunca e bicos de morder,
só rapinando em lutas traiçoeiras.
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Por flora apenas, ainda por crescer,
quase mortais, raquíticas purgueiras ...
e nada mais que se pudesse ver. (1)

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1 - No outro dia, véspera da anunciada chegada do "Guiné" em que embarcaríamos com destino ás nossas terras, passámos o tempo a passear - eu e os meus dois companheiros de saída antecipada - circundando as proximidades do Campo para além das zonas nossas conhecidas, isto é, a zona das pedreiras, bem como do lado oposto, a da praia do Chão Bom, onde fomos fazer uma última despedida aos nossos camaradas que ficavam no cemitério do Tarrafal. A sensação que me ficou desse passeio foi tão triste e desoladora pelo que vimos de miséria nos raros sítios habitados pelos indígenas naquela faixa da ilha que, ainda hoje evocando a desolação da vida daquelas gentes, a pobreza dos quase buracos em que habitavam e das refeições cozinhadas ao ar livre sobre simulacros de fogo alimentado com bosta seca colhida pelos caminhos, o seu muito sofrimento que se imprimira no meu espírito durante aqueles anos vividos em amarga aridez, traduzi nestes versos.

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Chão Bom (em Crioulo cabo-verdiano (escrito em ALUPEC): Txon Bon) é uma aldeia a noroeste da ilha de Santiago, em Cabo Verde.
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A norte da mesma aldeia, fica um tristemente célebre campo de concentração, onde eram encerrados os inimigos políticos do regime ditatorial de Salazar. Este local era denominado por Colónia Penal do Tarrafal, tendo sido para lá enviados os primeiros prisioneiros (157) a 29 de Outubro de 1936, tendo lá falecido cerca de 40 detidos. O primeiro a falecer foi Pedro de Matos Filipe em 20 de Setembro de 1937. Foi encerrada em 1954, tendo sido reaberta em 1961, especialmente vocacionada para presos políticos africanos.
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in Wikipedia
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