Viva a Vida !

Este blog destina-se aos meus amigos e conhecidos assim como aos visitantes que nele queiram colaborar..... «Olá, Diga Bom Dia com Alegria, Boa Tarde, sem Alarde, Boa Noite, sem Açoite ! E Viva a Vida, com Humor / Amor, Alegria e Fantasia» ! Ah ! E não esquecer alguns trocos para os gastos (Victor Nogueira) ..... «Nada do que é humano me é estranho» (Terêncio)....«Aprender, Aprender Sempre !» (Lenine)
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quinta-feira, 7 de março de 2013

Maria Amélia Martins e o vaso

Sei bem que esta "pequena injustiça" não tem paralelo com tantas outras, mas cada um de nós sabe das suas dores e esta, (além doutras), hoje é a minha. Partilha-la aqui é tambem um desabafo de quem não se sente bem a calar, aquilo que tem alguma razão de ser contestado. Tem sim. Sei que não vale 4000 partilhas ou likes como quem protesta por ser multado enquanto conduz e pinta os olhos ao espelho, mas mesmo assim eu insisto em dizer que aquela questão do vaso que eu atropelei e me danificou o carro, não está resolvida. Para mim não está. Mas a seguradora já deu a sua sentença: "cabe ao condutor da viatura, que detém o controlo da direcção efectiva da mesma, efectuar as manobras, provendo pelas condições de segurança, adequadas para o efeito, prevenindo a ocorrência de danos" ponto final, arquivado.

Mas a dor continua. A minha pois.

Vejam bem: eu dirijo-me desde casa ao carro estacionado pelo meu filho numa rua paralela à rua onde habito. O per...curso de acesso à viatura é pela parte traseira, estando o carro estacionado em fila à direita da berma. Eu entro para o lugar do volante, pela esquerda donde venho. A rua àquela hora da manhã não tem nenhum transito e carros estacionados são poucos. À frente do meu, nada. Eu tinha de seguir em frente e a frente estava livre, ninguém, um deserto.

 Afinal havia uma coisa. Pequena. Era um vaso, na minha frente direita. Completamente oculto pelo meu carro com uma frente alta (toyota yaris)...


 Eu entrei no carro arranquei e bati.

 .....Que tinha de saber que estava ali um vaso...

 Fiquei a pensar se alguém antes de arrancar, dá uma volta em redor do carro, a ver se há algum obstáculo...

 Eu nunca fiz isso. À partida achei que a berma de carros estacionados em fila sendo o meu o da frente antes da entrada da garagem da vivenda, não tinha nada na sua frente. E nada que se visse não tinha!!! Bati e qualquer um batia. E todos concordam...(os vários que me ouviram) mas atenção!!! se o vaso tivesse partido... (e eu fui imediatamente avisada mesmo antes de terminar a queixa) Eu tinha de pagar...!!!

 Pois. O vaso está ali como marco de garagem...mesmo invisível aos olhos de quem vem de baixo para a viatura estacionada antes do vaso. Mas está lá, e ninguém o parte porque é de pedra... Mas parte os carros como partiu o meu. Mas isso o problema é nosso....


  • Victor Nogueira Á mim parece-me que a reserva de estacionamento ou proibição deve ser assinalada horizontalmente no piso (traços amarelos ou brancos, tracejados ou contínuos) e verticalmente, na borda do passeio, de acordo com a sinalefa do Código de Estrada. Não está previsto no CE que sejam utilizados vasos ou o que quer que seja. Aliás, qd as autarquias querem impedir o estacionamento nos passeios é na borda deste que colocam pilaretes, esferas ou "vasos", Naturalmente que ao iniciar a condução o condutor tem a obrigação de verificar se pode iniciar a marcha em condições de segurança, para si e para terceiros. Não me parece que haja "cobertura" legal para a colocação de vasos ou obstáculos na via pública fora dos casos e nas condições previstas no CE. Nesse caso penso que deverias informar-te no serviço de trânsito da autarquia. E veres se perdes ou ganhas em por a questão em tribunal para seres ressarcida dos prejuízos pelo doo d(s) vaso(s)

    Se nada conseguires, olha, coração ao alto, Maria Amélia Martins
  • sábado, 1 de setembro de 2012

    Manuela Silva - Já nasceram várias rãs no meu tanque


    Já nasceram várias rãs no meu tanque, mas é a primeira vez que consegui ver uma tão pequenina. Já sabe que precisa de ar para respirar e poder passar a noite debaixo de água sem colapsar. As rãs mães são muito ciosas das suas crias e têm a capacidade de protecção e vigilância constante. 
     29/8






    • Manuela Silva (...)
       São uns bichinhos muito calmos, passam a noite dentro de água e o dia ao sol, qietinhos; ao final do dia e de madrugada cantam com o seu lindo coachar. Penso que terá a ver com acasalamento e com o chamamento das crias. Aparece
      ram-me aqui há 3 anos, umas ficam, outras emigram, mas pelos vistos gostam do meu tanque para maternidade e jardim de infância. E convivem muito bem com peixes, no mesmo espaço. 

    domingo, 20 de fevereiro de 2011

    Crónica de um domingo Passional por Ana Porfirio

     a Domingo, 20 de Fevereiro de 2011 às 15:46
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    Os domingos são assim, acordo exactamente à hora exacta como se não fosse este o dia de descanso, mas como é domingo fico enroscada na cama, pego no livro e leio, leio até me doerem as costas, porque o meu corpo não está habituado a tanta hora de repouso, como é dia de descanso, como as torradas com calma, o sumo de laranja com prazer, com o café uma torrada com geleia, luxo de manhãs sem contra relógio, estendo e apanho roupa, dobro roupa, apresso-me a aproveitar o sol, encho as cordas, lençóis, toalhas de banho, soutiens, camisolas, tudo preso por molas coloridas, salgo o tamboril, tempero o frango, aos domingos saem comeres a prazer dos convivas, retiro do congelador algo mais para o jantar, vejo que faltam ovos depois de bater os existentes, com açúcar, chocolate, manteiga e colocar no forno, assim em dois andares, o bolo de chocolate que gostam, a bola de carnes que servirá de complemento em fatias macias com pedaços de fiambre, presunto, chouriço, coloco os pratos na mesa, pico os coentros, acaba o almoço, dois dedos de conversa, o cheiro da lixívia, porque aquela parede tem vindo a acumular humidade e tem de se limpar, aproveitando os dias de ócio, na escada das traseiras partilho um café e um cigarro, com a amiga de sempre que ao domingo almoça no andar ao lado, primeiro era uma forma da sogra a aliviar do stress semanal, agora é ela que vem orientar as coisas face ao stress da doença que faz a sogra não reconhecer os familiar ou não saber onde está a batedeira, trocamos mais uma conversa, as semanas correm rápidas e sem tempo,  sento-me um pouco, antes de pegar no resto das tarefas, falta passar a ferro, dobrar a montanha peúgas, tentar ainda que o máximo de roupa enxugue, amassar o rolo de carne, cozer grelos, talvez fazer uma sopa, adiantar aquele relatório que tem de ficar pronto amanhã, são assim os meus domingos passionais, dias de ócio de uma mulher que trauteia enquanto passa a ferro e que enche os espaços que consegue com pedaços de sonho.
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