Viva a Vida !

Este blog destina-se aos meus amigos e conhecidos assim como aos visitantes que nele queiram colaborar..... «Olá, Diga Bom Dia com Alegria, Boa Tarde, sem Alarde, Boa Noite, sem Açoite ! E Viva a Vida, com Humor / Amor, Alegria e Fantasia» ! Ah ! E não esquecer alguns trocos para os gastos (Victor Nogueira) ..... «Nada do que é humano me é estranho» (Terêncio)....«Aprender, Aprender Sempre !» (Lenine)
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domingo, 10 de maio de 2009

Fernando Tordo em Arestas de Vento

Pode ouvir agora e aqui grande entrevista de Fernando Tordo ao Arestas de Vento. O registo sonoro em causa vale para nós como testemunho com história !!!

Também por isso...

"Não posso deixar de te dizer, meu querido e bom amigo, que não há reencarnações. Não queiras ver em mim o que já não existe, o que morreu. Tenta ver apenas alguém que sobreviveu e faz o seu trabalho da melhor forma que lhe é e está possível. ENQUANTO NÃO FOREM MORTOS OS FANTASMAS, FICAMOS A NAVEGAR PESSIMAMENTE ENTRE O SALAZAR QUE AINDA É TÃO QUERIDINHO PARA TANTOS, E O CAMARADA ARY QUE TRAZIA SEMPRE O POVO NO CORAÇÃO... Enquanto eu cá estiver, não pretendas que eu seja outro, porque isso seria negares o homem inteligente e livre que em ti conheço.
Um abraço muito grande do teu amigo"
Fernando Tordo

ARESTAS DE VENTO

Tudo aos Sábados, em directo, entre as 16 e as 19h, na Popular fm (90.9)
e online em
http://www.popularfm.com/

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A ENTREVISTA PODE SER OUVIDA NESTE BLOG NA FORMA DE REGISTO SONORO !!!
TUDO AO ALCANCE DE UM SIMPLES CLIQUE IMEDIATAMENTE ABAIXO
:

http://arestasdevento.podomatic.com/

O registo sonoro em causa vale para nós como testemunho com história até 2006 (altura em que foi feito). De lá para cá Fernando Tordo continuou em actividade ininterrupta.
E é bom não esquecer: Para assinalar esta actividade, entre outras coisas boas, foi preparada uma digressão nacional com grande orquestra. Fernando Tordo & Stardust Orchestra apresentaram num poderoso Concerto as músicas de uma vida numa vida cheia de músicas.
O Fernando esteve muito bem acompanhado por uma fantástica Orquestra de 24 músicos sob a direcção artística do Maestro Pedro Duarte.
Lisboa de Feira, Tourada, Adeus tristeza, Só ficou o amor por ti, são alguns dos muitos temas que desfilaram, acompanhados quer pela doçura e subtileza da secção de Cordas da Orquestra (violinos, violas de arco e violoncelos), quer pela energia da sua secção de metais. Esta digressão nacional teve início no dia 8 de Junho de 2008 e a apresentação no Coliseu dos Recreios de Lisboa no dia 10 de Outubro foi o seu momento alto.
Siga a Roda ...
Qualquer Fernando Tordo estará ao vivo e a cores no Arestas de Vento.
Faz parte.

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ARESTAS DE VENTO

O raio de um programa onde a polémica e as palavras andam sem algemas e mordaças, saudavelmente à solta, mas com ameaça de mandado de captura ...
RICARDO CARDOSO e CÉU CAMPOS, chefiam um bando de colaboradores e convidados, brutos no falar, intemeratos, atrevidos e sem topetas ...
é a polémica a bater forte nos idiotas, nos colaboracionistas, nos que se julgam únicos e insubstituíveis, na sacanagem que vegeta nas franjas ocultas do poder , de qualquer poder ...
é a boa cultura a fazer das suas - e das nossas!

Publicado por arestas em 12:10 AM






domingo, 26 de abril de 2009

CANTAR JOSÉ AFONSO E ARESTAS DE VENTO

CARO (A) AMIGO (A),
É COM IMENSO PRAZER QUE PARTILHO CONTIGO ESTE LINK.ESTA PARTILHA CONSTITUI UMA JUSTA HOMENAGEM AO MEU AMIGO VICTOR SERRA QUE DEDICOU MUITO TRABALHO E MUITO DO SEU SABER PARA TORNAR POSSÍVEL O “CANTAR JOSÉ AFONSO”, UMA DAS MELHORES INICIATIVAS CULTURAIS LEVADAS AO PÚBLICO EM SETÚBAL, NOS ÚLTIMOS ANOS.
O SERRA FOI UM DESTACADO DIRIGENTE DO, INFELIZMENTE, EXTINTO CÍRCULO CULTURAL DE SETÚBAL, GRANDE REFERÊNCIA DEMOCRÁTICA DA CULTURA NA CIDADE E INSTITUIÇÃO LIGADA A MOMENTOS INOLVIDÁVEIS ANTES E DEPOIS DO 25 DE ABRIL.NESTE MOMENTO VIVEMOS EM SETÚBAL NUM DESERTO CULTURAL SEM UM OÁSIS QUE NOS REFRESCE; E A CULTURA É, INDISCUTIVELMENTE, COMO O PÃO PARA A BOCA, ESSENCIAL.
PEÇO-TE QUE O DIVULGUES PELOS TEUS AMIGOS EMPENHADOS NA CAUSA DA BOA CULTURA!!!
Leonel Dias/ Setubalense/ Democrata/ Amigo do Arestas de Vento


É FAVOR VER ESTE LINK E DIVULGAR PARA FICAR NA NET COMO FAZENDO PARTE DA HISTÓRIA DO CIRCULO CULTURAL DE SETÚBAL

http://cantarjoseafonso.blogspot.com/

OBRIGADO

VICTOR SERRA

MAIS ATENÇÃO PARA O QUE VEM A SEGUIR:

"Tudo indica que a entrevista do Arestas de Vento, ao Grupo de Teatro Infanto-Juvenil Espelho Mágico, foi um sucesso de todo o tamanho. Mas por entre aplausos e opiniões solidárias e incentivadoras(...)"

UNS, COMEM FAISÃO, OUTROS NEM MIGALHAS DE PÃO…

Tudo indica que a última entrevista do Arestas de Vento, ao Grupo de Teatro Infanto-Juvenil Espelho Mágico, foi um sucesso de todo o tamanho. Mas por entre aplausos e opiniões solidárias e incentivadoras, também se fizeram ouvir duas ou três vozinhas de compadres e comadres zangadinhas, porque, dizem, “o raio do programa não tem papas na língua”. E ainda bem que não tem, acrescentamos nós. Porque se tivesse era sinal de que estava subordinado a alguém ou a inconfessáveis interesses, ou que era reles correia de transmissão de algum poder político… E este programa lá perdia a sua piada, a sua identidade e forma de ser, passando, como infelizmente muitos outros, a ser pau mandado ou papel higiénico na rota de anafado traseiro…

O Grupo de Teatro Espelho Mágico, GATEM, cuja produção é integralmente dedicada a crianças e que é considerado a entidade cultural que no concelho de Setúbal (e se calhar no distrito) mais estimula jovens para o teatro e que pratica esta arte com distinção e com invejável maturidade artística, comprometido com a cultura verdadeiramente popular e que ao longo dos seus vinte anos de existência reaparece, anualmente, cheio de vitalidade e sempre com novos trabalhos teatrais e descobertas de novos talentos infanto-juvenis, (e só por isto merece todos os nossos encómios!) tem, sabe-se lá porquê, sido algo esquecido pelos poderes públicos, com excepção, diga-se em abono da verdade, no que respeita à Câmara e Junta de Freguesia de Palmela, sempre disponíveis para apoiar as iniciativas do grupo, principalmente aquando da realização do Festival da Canção de Palmela, evento que irá acontecer dentro de muito pouco tempo.

Sendo o teatro uma das mais antigas e essenciais formas de expressão e manifestação humanas, ajudando a ampliar as fronteiras do nosso conhecimento e da nossa experiência, o Grupo de que temos vindo a falar respeita integralmente estes valores e, mesmo com modestos apoios, lá vai singrando, aguenta-se nas curvas, que é como quem diz, nos palcos, assistindo com natural mágoa, à atribuição de chorudos subsídios a certos pseudo grupos teatrais, desproporcionais ao trabalho por eles desenvolvido. É esta falta de respeito que se reflecte no investimento adequado à manutenção e aprimoramento do seu contributo cultural para a sociedade, que faz com que os responsáveis do grupo, exercendo o seu inegável direito à indignação, questionem muitas vezes a forma e os critérios utilizados pelos poderes políticos para a atribuição de apoios financeiros que, em muitos casos, revela ou grande desconhecimento da realidade, ou grande conhecimento da cor do cartão partidário…

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É possível discordar, ter e defender ideias antagónicas – por vezes, como no tempo da ditadura fascista, que muitos benzidos democratas de meia-tijela não conheceram, com gravosas consequências. É a tal história do “não és por mim, és contra mim”. E por este motivo simplório e altamente caricato, se condena pessoas e entidades ao ostracismo, se trava iniciativas e projectos estimulantes de muita qualidade, dando primazia à bagunça cultural de ferro-velho, tóxica, chocha e que nada diz ao público, a nenhum público.

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O GATEM, Grupo de Animação e Teatro Espelho Mágico, cuja directora é a jovem actriz, pintora, poeta e radialista Céu Campos, tem que ser respeitado e, mais do que isso, é absolutamente necessário que exista! A bem da juventude que se quer responsável e participante e a bem da sociedade que se deseja sã e verdadeiramente livre!


Fernando Manuel Pereira/ Jornalista/ Poeta/ Setubalense

Publicado por arestas em 10:50 PM

Todas as notícias do Arestas de Vento em http://arestasdevento.blogs.sapo.pt/


Enviado por Ricardo Cardoso
qui 09-04-2009 10:04
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quarta-feira, 20 de agosto de 2008

Arestas de Vento = Amizade

Arestas de Vento
Artes e Ideias por Ricardo Cardoso e Céu Campos agosto 20, 2008

A gente escreve dali e daqui ( ... ) e entra no universo literário do nosso amigo Victor Nogueira !!! Vale a pena . A gente escreve dali e daqui ( ... ) e entra no universo literário do nosso amigo Victor Nogueira !!! Vale a pena .


Nada do que é humano me é estranho (Terêncio) . - Mal com os homens por amor del-rei e mal com el-rei por amor dos homens (Afonso de Albuquerque) .



- Somos todos uns pobres diabos, mesmo os génios. A ironia utilizo-a sempre não como um truque, mas como alguém que estivesse dentro de mim e me fosse dizendo "não te iludas" (Saramago) . - O retrato fiel do que sou deixou-o escrito Gramsci: "Pessimista pela razão, optimista pela vontade.". Está tudo dito. (Saramago) . - Pode-se enganar todo o Povo por algum tempo, pode enganar-se algum Povo todo o tempo. Mas não se pode enganar todo Povo por todo o tempo. (Lincoln) . - O trabalho é mais importante e é independente do que o capital. O capital é apenas o fruto do trabalho, e não existiria sem ele. O trabalho é superior ao capital e merece a consideração mais elevada. (Lincoln) . - ... que todos nós aqui presentes solenemente admitamos ... que esta Nação ... venha gerar uma nova Liberdade, e que o governo do povo, pelo povo e para o povo jamais desaparecerá da face da terra. (Abraham Lincoln - Discurso de Gettysburg (19 de Novembro de 1863) .



A gente escreve livremente "dali e daqui" e , NATURALMENTE ( para poupar serviço cultural !!! ) , entra IMEDIATAMENTE no universo literário do nosso amigo Victor Nogueira .


CALMA LÁ !!! É PRECISO CLICAR EM ... http://daliedaqui.blogspot.com/



VOAR ... FAZ PARTE (EM TEMPO CERTO !!! ) .




Publicado por arestas em 12:09 PM
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quarta-feira, 11 de junho de 2008

Rescaldo polémico da grande entrevista dada por Gabriel Castanhas/ Cantor/ Radialista/ Cidadão da histórica Vila do Couço (a TAL que não vem no mapa e onde a falecida PIDE/ DGS fazia centenas e centenas de prisões) ao Arestas de Vento ...
TUDO AOS DOMINGOS das 11 às 14h em 102.2 FM e em www.palfm.com
ARESTAS DE VENTO
O raio de um programa onde a polémica e as palavras andam sem algemas e mordaças, saudavelmente à solta, mas com ameaça de mandado de captura ...
RICARDO CARDOSO e CÉU CAMPOS, chefiam um bando de colaboradores e convidados, brutos no falar, intemeratos, atrevidos e sem topetas ...
é a polémica a bater forte nos idiotas, nos colaboracionistas, nos que se julgam únicos e insubstituíveis, na sacanagem que vegeta nas franjas ocultas do poder, de qualquer poder ...
é a boa cultura a fazer das suas - e das nossas !
O convidado especial da emissão de 8 de Junho foi em boa hora Gabriel Castanhas - Cantor/ Radialista/ Cidadão da histórica Vila do Couço (a TAL que não vem no mapa e onde a falecida PIDE/ DGS fazia centenas e centenas de prisões) . Ai Portugal Portugal dos sem memoria … Gabriel Castanhas é oriundo de uma família antifascista.
Ouvir o Arestas de Vento é fazer parte de um movimento cultural singular, interventor e aberto aos valores de sempre.
A polémica, a revolta, a histórica Vila do Couço e as cantigas tomaram conta em alta do Arestas de Vento ...
Rescaldo/ Entrevista a Gabriel Castanhas
Parabéns ao Arestas de Vento que eu chamaria o desmaquilhante de todos os domingos que tem a coragem de pôr a cara deste país tal e qual como ela é.
Fernando Guerreiro/ Actor/ Encenador
Mano Cardoso
Quem cantou Manuel Alegre como eu cantei durante tantos anos
E foi pedreiro na 1ª semana da cultura do Couço
Tem a obrigação de escrever
No teu blog que me causa inquietação ver o PS fazer uma politica social
Contra a sua própria natureza.
Alguns companheiros vão ter que limpar o balneário antes da nova abrilada.
Meditem no comentário escrito pelo Fernando Manuel Pereira
E que o Cardoso leu no domingo na rádio.
Àquilo chamo personalismo activo. É como a fama do Constantino: vem de longe.
Ajuda na reconstrução da alma do Sorraia e continua a divulgar o Tordo e o Ary. Eu tenho os dentes duros para favas. E tu?
Qualquer dia faço da ausência do cantor Tordo nas festas de algumas freguesias vermelhas uma canção.
Um abraço.
Luís Artur de Sousa/ Musico/ Escriba/ Ex fuzileiro e tomador do castelo da PIDE/ DGS/ Inimigo visceral de muitos filhos da natureza.
O Castanhas tem razão
A coisa está complicada
E na falta de solução
Que tal à castanhada?
José Gago/ Poeta popular/ Cidadão de Palmela
QUANDO A MEMÓRIA É ENTREVISTADA
Um, personalidade que não destoa, adepto da renovação com fundo de perdão, exemplos já dados, destaca-se pela diferença, aqui sem arrependimentos mal-agradecidos, tecendo horas domingueiras, as melhores, onde se diverte e irmana, não ignorando patifarias, algumas em faxes escondidas, outras por entre panos de cena, ou mesas de "café", refinadas quanto baste, mas incapazes e inócuas.
Outro, sorvendo minutos como mel escorrendo, as experiências vão tomando forma e destino, uma "nau catrineta" cortando as ondas da memória, amamentadas a troco da saudade, palavras sentidas, algo carentes, emotivas, com raiz conservada, alimentada em nome do coração e da mente, transmissíveis, mesmo correndo o risco de serem esquecidas na voragem da vida.
Uma combinação arrumada, culta, sem limites, sem censuras, entre amigos comprometidos, razão e meio para chegar ao desfecho, com sinais acalmados de uma certa loucura, antiga e sofrida, auto-exílio a provocar retorno, fome de imagens e sentimentos, lembranças com início, começos de outras lembranças sem tempo para suprimir a solidão, desenvolvendo memórias sem se repetirem.
Os dois, num jogo favorito, dependentes do berço, hoje dos fados com que percorrem a estrada da vida e das palavras, modos diferentes, igual essência, entregues sem pudor ao nécter nem sempre fácil das recordações, algumas inquietas, ansiosos por tocarem com os próprios dedos os mapas escondidos na conversa pública, um mundo próprio que o segredo se sente impotente para segurar.
Refastelados, colaram-nos ao rádio durante duas horas, cumplicidade no raspão que lasca a nossa solidariedade e nos puxa devagar até olharmos também olhos nos olhos as estórias de vida e de luta, num regresso comum à esperança.
Para Vocês, camaradas de vida, Ricardo Cardoso e Gabriel Castanhas, um Abraço, e contem comigo para derrubar o "muro" da cultura abortiva!
Fernando Manuel Pereira/ Poeta/ Setubalense/ Blogues do autor: http://sempreemluta.nireblog.com/ e http://etcetal.blogs.sapo.pt/ e http://palavrasnovento.nireblog.com/
Amigo Ricardo, colaboradores e auditório!
Parabéns parabéns parabéns pela entrevista ao Gabriel Castanhas.
Eu assino tudo o que discutiram: o país está a ferro e fogo e não é mais do que uma nova forma do 25 de Abril.
Viva a cultura popular que como a palavra diz é do povo verdadeiro e que o Couço não perca identidade. A globalização é um embuste facil. Pensem nos pobres e nos reformados que estão todos em desespero por culpa dessa mentira.
Abraço solidário.
Arménio Marques França/ Fundador do Partido Político Minha Pátria Amada
Caro Ricardo Cardoso,
No rescaldo de mais uma entrevista, desta vez ao Homem da rádio, ao cantor romântico, ao democrata e ao anti-fascista GABRIEL CASTANHAS, uma primeira palavra é de felicitação ao “ARESTAS DE VENTO” porque, mais uma vez, a demagogia, a conversa da treta, o blá-blá-blá de falso conteúdo cultural, ficaram no hall de entrada do estúdio e a porta do mesmo abriu-se de par em par eu diria, mesmo, escancarou-se para permitir a entrada e a presença permanente da boa Cultura, capaz de nos deixar de ouvido pregado nos 102.2 FM, durante duas gostosas horas.
Quem tenha aterrado no “Arestas de Vento” para apalpar o pulso ao programa, pôde confirmar que ali as palavras não têm algemas nem mordaças e movem-se saudável e livremente, tendo como único limite o apego à democracia, à liberdade e aos valores da Revolução de Abril.
A segunda palavra é para saudar a postura, generosidade, solidariedade e o apego consciente e acérrimo aos valores democráticos que marcam a personalidade da pessoa do convidado, o GABRIEL CASTANHAS, o que apenas pode constituir surpresa para quem não conheça este anti-fascista da histórica e massacrada Vila do Couto, a mais alentejana das terras ribatejanas.
A entrevista, extraordinariamente bem conduzida, como habitualmente, pela mão do Ricardo Cardoso, deu-nos a conhecer um cantor popular e romântico que transporta para as suas canções o romantismo que caracteriza o povo português renegando, de todo, a música pimba. Enquanto radialista, defendeu a importância das rádios progressistas e da necessidade da divulgação da música de qualidade feita em Portugal e destacou que jamais traiu os valores que defende no exercício daquele mister. Como cidadão da histórica Vila do Couço, comoveu-se até às lágrimas a recordar a hombridade, verticalidade, o amor ao Povo e aos ideais da liberdade defendidos pelos seus pais, vítimas da odiosa polícia fascista e, vincou bem ter sido esse exemplo de vida herdado dos pais que o temperou e deu-lhe orientação de conduta para estar na sociedade de cabeça bem levantada. Não ficou por aí o Gabriel e teceu elogios a todos os camaradas e conterrâneos que defenderam a Democracia e a Liberdade, pagando com a prisão o Amor aos mais nobres ideais.
Ricardo, merece-me o maior aplauso a ideia do Gabriel Castanhas da necessidade da divulgação às crianças e jovens das péssimas condições de vida a que o regime fascista submeteu a esmagadora maioria do povo português, para que tal regime nunca mais seja possível.
Muito ficou por dizer deste Homem grande (fisicamente) e deste grande Homem, cujo exemplo de vida não o envergonha. Saúdo o democrata, o anti-fascista, o Homem bom, simples e humilde, GABRIEL CASTANHAS, que prestou, nesta entrevista, um óptimo serviço à causa da Democracia.
Felicidades para o Gabriel ao nível pessoal, familiar e profissional são os votos justos e merecidos do
Leonel Dias, Setubalense e Amigo do “Arestas de Vento”
E a caravana passa ... MAIS PALAVRAS PARA QUÊ ?...
Parabéns ao Amigo Gabriel. Soube estar à altura do Arestas. Outra coisa, aliás, não seria de esperar. Quem tem a marca do Couço é como o algodão, NÃO ENGANA!
FORÇA RICARDO E CÉU!
Uma palavra, também, para os incomparáveis GAGO E "COMBATE" PEREIRA. MAGNÍFICOS!
VIVA A CULTURA, VIVA O "ARESTAS DE VENTO".
Luís Filipe Estrela/ Poeta/ Actor do GATEM/ Director do Jornal Viva Setúbal
Um grande abraço para todos e viva o grande Gabriel Castanhas.
Ricardo. Amigo. Não esqueças nunca o nosso José Labaredas.
Um grande e sincero abraço.
Mário Godinho/ Cidadão da histórica Vila do Couço/ Amigo da cultura
Boa tarde para todos. Sendo o Gabriel Castanhas um radialista/ cantor responda agora ao seguinte já que na rádio não houve tempo para isso: Cantor não fui, mas radialista fui e dizem que tinha jeito: o que tem a dizer sobre a maneira de fazer rádio com 2 pratos e os velhos deckos? Sentia-se entusiasmado ou realizado? E hoje com o computador?
Abraço radialista.
Carlos Resende/ Cidadão de Setúbal/ Radialista/ Amigo do Arestas de Vento
Amigo Ricardo Cardoso e dª Céu, mais uma vez, muito obrigado pela saudação no programa Arestas de Vento.
Quero dizer desta vez que com a entrevista ao senhor Gabriel Castanhas o Arestas de Vento fez a festa da verdade.
O senhor Castanhas foi um belo exemplo do que deve ser um cantor popular. Aliás, não há pratica popular sem cultura. Pode haver outra coisa no lugar. Mas, cultura não é.
Um grande abraço.
Alexandre Kasesa/ Cidadão de Moscavide/ Esperantista
Senhor Ricardo e dona Céu, agradeço a saudação no Arestas de Vento.
Dou muito valor a isso.
Obrigado.
Anabela Kasesa/ Cidadã de Moscavide
(Em actualização...)
Publicado por arestas em 01:17 PM
Ver novidades do Arestas de Vento em http://arestasdevento.blogs.sapo.pt/
Ou ...

terça-feira, 18 de dezembro de 2007

"O Pai Natal não existe!", diz a rir a Lídia



* Ricardo Cardoso

Queridos amigos,

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Em meu nome pessoal, da Céu Campos e de toda a equipa que faz o Arestas de Vento na Pal FM (102.2) … desejo … um feliz Natal aos cibernautas e ouvintes. Que é como quem diz: saúde aos molhos, ternura na consoada e camionetas de amizade com todos. Tudo regado ao tinto da verdade (cuidado com a colheita 2007) e sem o muito ralado martelo da hipocrisia. Feliz Natal!!! AMIGOS!!!São os votos do muito amigo

Ricardo Cardoso / Autor do programa de rádio Arestas de Vento

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2007.12.18
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"O Pai Natal não existe!", diz a rir a Lídia, uma menina adorável de 6 anos. A sua expressão de certeza absoluta faz sorrir o mais sério dos homens. "É uma maluca", diz a mãe a desculpá-la. "Não existe. É o meu pai e a minha mãe", adianta com uma expressão clara e decidida. Mas o que a Lídia não sabe e também ninguém lhe soube explicar, nem mesmo o pai católico praticante, é que o Pai Natal como o conhecemos hoje foi inventado na grande América, mas o antigo, aquele que apareceu no início da era cristã, era de carne e osso e chamava-se Nicolau. Tinha uma família como toda a gente, e uma casa, amigos e vizinhos. Esse homem celebrizado pela sua extrema bondade e generosidade para com todos os que tinham necessidades oferecia presentes a muitas pessoas, especialmente às crianças. Um dia a Lídia irá compreender a história e irá até procurá-la pelos seus próprios meios para a poder contar a seus filhos. Mas até lá vai continuando a dizer, embora com uma certeza pouco certa que "ele não existe". Existem pois as suas memórias, a sua presença no século IV, a sua ligação à igreja enquanto bispo, as suas acções enquanto homem. Mas para que se saiba quem foi o pai dos muitos Pais Natal que hoje encontramos por todo lado, aqui fica um pouco de história. Só espero que um dia a Lídia possa ler este texto e aperceber-se que foi escrito para ela, e para que ela o pudesse ler aos seus filhos.”





Moral deste meu apanhado: Todos sabemos que o Pai Natal não pode nem deve ser posto, entre adultos, no lugar de Jesus Cristo … contudo … entre pirralhos que, por serem crianças, ainda sonham (?!!!) meu Deus … é parte integrante da magia do Natal. Não considero um gesto Cristão afastar o Pai Natal das festas Natalícias! Estar em sintonia com esta fundamentalista exclusão é um exagero praticado por quem (de mim falo) possivelmente já esqueceu que foi criança. Por outro lado falar em Dezembro é, efectivamente, falar do Natal. E apesar do lugar comum é impossível não associar esta quadra à família ao nascimento e à vida … contudo … é bom entender o significado da consoada quando não há dinheiro nem para couves nem para bacalhau. E mais aceitar na mesma mesa, como semelhantes, doentes com sida, gente sem abrigo e muitos outros que a sociedade dos perfeitinhos preconceitos condenou.

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FELIZ NATAL 2007

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Ricardo Cardoso/ Autor do programa de rádio Arestas de Vento

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in arestas de vento.pt

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Rádio Pal FM (102.2)

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Artes e Ideias por Ricardo Cardoso e Céu Campos