Viva a Vida !
Este blog destina-se aos meus amigos e conhecidos assim como aos visitantes que nele queiram colaborar..... «Olá, Diga Bom Dia com Alegria, Boa Tarde, sem Alarde, Boa Noite, sem Açoite ! E Viva a Vida, com Humor / Amor, Alegria e Fantasia» ! Ah ! E não esquecer alguns trocos para os gastos (Victor Nogueira) ..... «Nada do que é humano me é estranho» (Terêncio)....«Aprender, Aprender Sempre !» (Lenine)
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domingo, 27 de dezembro de 2015
segunda-feira, 10 de novembro de 2014
sábado, 8 de novembro de 2014
domingo, 2 de novembro de 2014
yolanda botelho - um dia sem data
* Yolanda Botelho
UM DIA SEM DATA
Era um dia sem data
e tinha que descer a montanha....
era um desafio,precisava,
às vezes precisamos deles.
Tinha uma capa traçada
e as mãos nuas.
Inóspita,com algumas veredas estreitas
e pouca vegetação .....a montanha.
Ia fazê-lo.
Passei as mãos pela face nua,
E olhei para a planície que
me esperava ,verde lá em baixo.
E desci,ia descendo....
escorreguei e agarrei-me a uns
arbustos que me desenharam um mapa nas mãos
era feito de sangue o meu mapa.
Continuei e senti pedras nos pés,e vento,
um vento que tomou conta de mim e me ajudou.
A minha capa voava
e o meu corpo sentia....
Cheguei à planície....cansada
o sol tinha-se quase posto
e a planície estava escura
só o cume da montanha brilhava.....
desde esse dia nunca mais desci montanhas
subo-as para ter mais luz
e sentir a tentação do desafio.
Sento-me bem no alto
onde a luz não parte tão depressa.
Por ali fico....
YOLANDA
2-11-2014.
e tinha que descer a montanha....
era um desafio,precisava,
às vezes precisamos deles.
Tinha uma capa traçada
e as mãos nuas.
Inóspita,com algumas veredas estreitas
e pouca vegetação .....a montanha.
Ia fazê-lo.
Passei as mãos pela face nua,
E olhei para a planície que
me esperava ,verde lá em baixo.
E desci,ia descendo....
escorreguei e agarrei-me a uns
arbustos que me desenharam um mapa nas mãos
era feito de sangue o meu mapa.
Continuei e senti pedras nos pés,e vento,
um vento que tomou conta de mim e me ajudou.
A minha capa voava
e o meu corpo sentia....
Cheguei à planície....cansada
o sol tinha-se quase posto
e a planície estava escura
só o cume da montanha brilhava.....
desde esse dia nunca mais desci montanhas
subo-as para ter mais luz
e sentir a tentação do desafio.
Sento-me bem no alto
onde a luz não parte tão depressa.
Por ali fico....
YOLANDA
2-11-2014.
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domingo, 15 de setembro de 2013
Yolanda Botelho - GREGORIANO
EU VI AS AS PEDRAS NUMERADAS
DA CATEDRAL EM RUÍNAS
ESTAVAM ALI PRONTAS A JUNTAREM-SE DE NOVO
A VER O RIO PASSAR E SENTIR
O FRESCO CLAUSTRO
OUTRA VEZ LIVRE
DE RUÍDO.
O SILÊNCIO QUE NOS
LEVA SÓ A PENSAR
EM PAZ....
E A FONTE NO MEIO JORRA ÁGUA FRESCA
E ISSO BASTA.....
O CLAUSTRO É UM PRESSENTIR
UM ADIVINHAR
DE MANTOS E SANDÁLIAS
O RISO DAS MAIS NOVAS...
POR VEZES À NOITE
DÁ-SE O MILAGRE
DE UM GREGORIANO
MISTURADO COM A
ÁGUA FRESCA DA FONTE.....
LÁ FORA É OUTRO MUNDO
DE CAVALEIROS,DE MANTOS
COLORIDOS,DE TORNEIOS,
E SUSPIROS.
MAS AS PEDRAS NUMERADAS
TÊM SÍTIO JÁ DELAS
E ESTÃO AQUI,HOJE....
PARECE QUE FOI ONTEM.
YOLANDA

DA CATEDRAL EM RUÍNAS
ESTAVAM ALI PRONTAS A JUNTAREM-SE DE NOVO
A VER O RIO PASSAR E SENTIR
O FRESCO CLAUSTRO
OUTRA VEZ LIVRE
DE RUÍDO.
O SILÊNCIO QUE NOS
LEVA SÓ A PENSAR
EM PAZ....
E A FONTE NO MEIO JORRA ÁGUA FRESCA
E ISSO BASTA.....
O CLAUSTRO É UM PRESSENTIR
UM ADIVINHAR
DE MANTOS E SANDÁLIAS
O RISO DAS MAIS NOVAS...
POR VEZES À NOITE
DÁ-SE O MILAGRE
DE UM GREGORIANO
MISTURADO COM A
ÁGUA FRESCA DA FONTE.....
LÁ FORA É OUTRO MUNDO
DE CAVALEIROS,DE MANTOS
COLORIDOS,DE TORNEIOS,
E SUSPIROS.
MAS AS PEDRAS NUMERADAS
TÊM SÍTIO JÁ DELAS
E ESTÃO AQUI,HOJE....
PARECE QUE FOI ONTEM.
YOLANDA

MAS AS PEDRAS NUMERADAS TÊM SÍTIO
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sábado, 7 de setembro de 2013
a arte de Yolanda

· 7/9
- Victor Nogueira um caleidocópio - o mar, a montanha encantada, o verde esmeralda, oi castelo, a nau, o berbere,. os flocos de núvens, o ígneo magma ... Bjos, Yolanda Botelho
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domingo, 1 de setembro de 2013
yolanda botelho - SEM RESPOSTA....
Era um pinheiral
e os pinheiros muito verdes
não estavam alinhados,
estavam misturados....
mas eu sabia
que tinha de os contornar depressa,
o coração
dizia-me isto....
aquelas coisas que só eu sinto
como caminhos,presenças,
coisas para lá de....
eu tinha de chegar
e andei ,e contornei os pinheiros altos
muito verdes.
Cansada,queria saber o que me chamava
e de repente
mesmo à beira dos pinheiros
aparece-me o mar
a terra transformou-se em areia e
os pinheiros quase que eram mar.....
Aí,mergulhei a cara e os cabelos
naquele mar,e trouxe agarradas
conchas e algas
com segredos e contos
de lutas e naus e caravelas....
Queriam saber de nós,
não soube responder.
YOLANDA,
1 do 9 de 2013
16h 35m

e os pinheiros muito verdes
não estavam alinhados,
estavam misturados....
mas eu sabia
que tinha de os contornar depressa,
o coração
dizia-me isto....
aquelas coisas que só eu sinto
como caminhos,presenças,
coisas para lá de....
eu tinha de chegar
e andei ,e contornei os pinheiros altos
muito verdes.
Cansada,queria saber o que me chamava
e de repente
mesmo à beira dos pinheiros
aparece-me o mar
a terra transformou-se em areia e
os pinheiros quase que eram mar.....
Aí,mergulhei a cara e os cabelos
naquele mar,e trouxe agarradas
conchas e algas
com segredos e contos
de lutas e naus e caravelas....
Queriam saber de nós,
não soube responder.
YOLANDA,
1 do 9 de 2013
16h 35m

- Victor Nogueira cheguei e no rendilhado das ondas, na concha da areia, no brilho da ventania, cabelos esvoaçantes com as cores do mar, com um beijo, dois, mil ... te envolvo com mil-sóis rendilhados, Yolanda Botelho
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domingo, 25 de agosto de 2013
Yolanda Botelho - O tempo e a noite
25 de Agosto de 2013 às 16:45
E a noite
traz-me muitas mensagens
que descodifico
no silêncio.
Amo a noite
como se ama
uma companheira de toda uma vida.
Nela mergulho
a calma e o silêncio são o meu oxigénio.
Passageira deste mundo
e unida nas suas dualidades.
A esperança é noite....
O amor é noite já quando se aproxima a madrugada,
entre o claro e o escuro.
Escrevo com o lápis
da liberdade,
certo,imaginário
dentro do secreto.
A noite é serena
e eu guardo-a para mim
até vir a alvorada....
e aí o livro aberto da vida
traz nele escrito as mensagens,
a luz que alimentei....
na inquietude da minha alma,
no silêncio da noite
mais que dia.
Yolanda,25 -8-2013

traz-me muitas mensagens
que descodifico
no silêncio.
Amo a noite
como se ama
uma companheira de toda uma vida.
Nela mergulho
a calma e o silêncio são o meu oxigénio.
Passageira deste mundo
e unida nas suas dualidades.
A esperança é noite....
O amor é noite já quando se aproxima a madrugada,
entre o claro e o escuro.
Escrevo com o lápis
da liberdade,
certo,imaginário
dentro do secreto.
A noite é serena
e eu guardo-a para mim
até vir a alvorada....
e aí o livro aberto da vida
traz nele escrito as mensagens,
a luz que alimentei....
na inquietude da minha alma,
no silêncio da noite
mais que dia.
Yolanda,25 -8-2013

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domingo, 18 de agosto de 2013
yolanda botelho - Conchas
Nasci à beira mar,
tenho por isso comigo
todas as lonjuras
todos os perigos
mas também toda a beleza
que não é só superficial.
Sou fundo do mar
de estrelas,de rendas de corais
de profundidades insondáveis.
Quem mergulha em mim
sabe que sou um desafio
mas também paz e maré vaza.
Nasci à beira mar e isso fez-me portadora de
fantasias e mundos inventados.
Sou a distância, mas também....
conchas pequeninas
e grandes.
E nas grandes deixo-me levar convosco
basta encostarem o ouvido.....
aí poderão caber todos os sonhos
num mar que se deixa levar no seu ruído.....
para na serenidade
vos fazer sonhar
com castelos de areia, ou colares de algas.....
até com o azul que não se tem.
YOLANDA

tenho por isso comigo
todas as lonjuras
todos os perigos
mas também toda a beleza
que não é só superficial.
Sou fundo do mar
de estrelas,de rendas de corais
de profundidades insondáveis.
Quem mergulha em mim
sabe que sou um desafio
mas também paz e maré vaza.
Nasci à beira mar e isso fez-me portadora de
fantasias e mundos inventados.
Sou a distância, mas também....
conchas pequeninas
e grandes.
E nas grandes deixo-me levar convosco
basta encostarem o ouvido.....
aí poderão caber todos os sonhos
num mar que se deixa levar no seu ruído.....
para na serenidade
vos fazer sonhar
com castelos de areia, ou colares de algas.....
até com o azul que não se tem.
YOLANDA

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quinta-feira, 15 de agosto de 2013
Yolanda Botelho - VIDRO
E O VIDRO
REFLECTIA
TODAS AS EMOÇÕES.
NÃO A MIM
MAS O MEU OLHAR.
NELE
TODO O BRILHO,
TODA A AVENTURA
E DESVENTURA
QUE SE ABRIA EM MIM ,
COMO O SOL
DEPOIS DE UM DIA CINZENTO.
ERA DE TODAS AS CORES
O VIDRO.
CAPTAVA O SOL.
E A SUA TRANSPARÊNCIA
ERA INTACTA,EXEMPLAR
PURA......
E EU CLARAMENTE INDEFESA
IMPERFEITA ,INSEGURA....
REVIA-ME NELEE SEGURAVA-O ENTRE AS MÃOS
SEMPRE....
PROTEGIA-O, PARA NÃO ME FERIR.
YOLANDA ,15 DE AGOSTO DE 20013

Victor Nogueira um vidro como se cristal fora, contendo em si todo o universo. Bjos, Yolanda Botelho
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domingo, 4 de agosto de 2013
Yolanda Botelho - O APRENDIZ
E FOI ENTÃO QUE ENTENDI,
OU QUASE,
QUE HÁ MIL CAMINHOS
MAS TAMBÉM MIL LABIRINTOS.
EU,POBRE DE MIM
QUE SOU DOS SIMPLES, SEMPRE
ME PERDI NELES.....
CONTUDO, APESAR DE SER DOS SIMPLES, NÃO SOU
DOS FRACOS
E ENCONTREI GERALMENTE A SAÍDA
DESSAS PRISÕES, COM A ALMA
COM UMA LUZ REDOBRADA
E MAIS ESCLARECIDA.....
APRENDI QUE AMIGOS
HÁ POUCOS.....
DAQUELES QUE NOS ABREM A ALMA
COM A MESMA FACILIDADE
COM QUE NOS ABRAÇAM......SEM PUDOR NEM MEDO DE CONFUSÕES.
OS LABIRINTOS DA ALMA.
ATORMENTAM-NOS DURANTE
MUITO TEMPO.....
E DEPOIS DE IRMOS SEMPRE PARAR
AO CANTO DAS ILUSÕES....
DEPOIS DE NOS ENCANTARMOS
COM ELAS........
SÃO ELAS QUE NOS INDICAM A SAÍDA.
NÓS MERECEMOS MAIS DO QUE ILUSÕES E JÁ APRENDEMOS
A ACEITAR
QUE A ALMA É UM UNIVERSO
COM MUITO PARA AÍ DESCOBRIR.....
VIVER E SONHAR.....
YOLANDA

CAMINHOS E LABIRINTOS. REALIDADE....
- Victor Nogueira Não é um labirinto nem uma ilusão mas sim um vitral multifacetado a tua pintura.Bjos, Yolanda Botelhohá alguns segundos · Gosto
- Yolanda Botelho Meu amigo,obrigada por me trazeres de novo este meu poema.......é sempre um incentivo para mim,bjs meu esquerdista preferido.
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domingo, 28 de julho de 2013
Yolanda - Fios....
Fios....
Na casa de terra e pedra
fias o linho
como fiaste a tua vida.
Os teus cabelos brancos
mostram que a brancura não
é só do que fazes
mas da paciência com que
observaste o mundo....
aceitando com suspiros de espanto
o que hoje seriam
gritos de revolta,
e seria justo.
Mas o tempo
essa medida exacta
não contou para ti.....
A pureza que te sai das mãos,
a brancura do linho,
são os caminhos
do amanhecer e pôr-do sol
como os fios da tua vida que fiaste....
e continuas a fiar...
até que te levantes
e vejas um imenso
lençol
que te embrulhará,
na eternidade em que sempre acreditaste.
YOLANDA

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sexta-feira, 26 de julho de 2013
Yolanda Botelho - ESQUINA
Quando todo o ruído parar
cerrarei os meus olhos por momentos.
Dobrarei então a esquina do silêncio
e subirei lentamente a rua do esquecimento.
A rua do esquecimento
tem muitos nomes escritos nas paredes
e janelas de casas fechadas
com chaves perdidas
há muito tempo.
Podemos ir lá,
à rua do esquecimento, sempre que quisermos......
aí talvez escutemos,
talvez encontremos
depois de virar a tal esquina,
a do silêncio......
uma sombra que parece ser a nossa
e compreenderemos....
YOLANDA

**cerrarei os meus olhos por momentos.
Dobrarei então a esquina do silêncio
e subirei lentamente a rua do esquecimento.
A rua do esquecimento
tem muitos nomes escritos nas paredes
e janelas de casas fechadas
com chaves perdidas
há muito tempo.
Podemos ir lá,
à rua do esquecimento, sempre que quisermos......
aí talvez escutemos,
talvez encontremos
depois de virar a tal esquina,
a do silêncio......
uma sombra que parece ser a nossa
e compreenderemos....
YOLANDA

E compreenderemos...
..
- Victor Nogueira Não gasto as palavras para dizer que não esquecerei este belo e sentido poema, Yolanda Botelho ;.)
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