Viva a Vida !

Este blog destina-se aos meus amigos e conhecidos assim como aos visitantes que nele queiram colaborar..... «Olá, Diga Bom Dia com Alegria, Boa Tarde, sem Alarde, Boa Noite, sem Açoite ! E Viva a Vida, com Humor / Amor, Alegria e Fantasia» ! Ah ! E não esquecer alguns trocos para os gastos (Victor Nogueira) ..... «Nada do que é humano me é estranho» (Terêncio)....«Aprender, Aprender Sempre !» (Lenine)
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quarta-feira, 11 de abril de 2012

domingo, 11 de março de 2012

Fado de Intervenção - Aristides Silva







    • Há muita gente que não sabe que no século 19 houve fado de  intervenção até ao inicio do fascismo. O último fadista de intervenção, de nome João Black, morreu na década de 50 do século 20

    • Depois é que o fascismo controlou tudo através da censura. E este fado morreu.

    • O que eu estou a fazer é repor essa ligação perdida. A outro nível também 
  • Sexta-feira
    • Um dos fadistas é um tipo que escrevia admiravelmente bem e o seu nome era Avelino de Sousa

    • Os fascistas serviam-se do fado mas não gostavam dele, sobretudo na sua vertente interventiva 


        • O lançamento do meu álbum é no dia 17 de Março em Lisboa. 
          Vais lá estar?
        • Onde é?
        • Na livraria «Ler Devagar», em Alcantara, às cinco da tarde


          • O livrinho vem com as letras do CD.Vou já mandar-te tudo.

          • Já te mandei tudo. Por aí já podes ver o meu trabalho. Os músicos fizeram um trabalho excelente. Eu acho que tive sorte. Fica um trabalho para a «posteridade». Deu-me muito trabalho mas também deu-me imenso prazer fazê-lo.



            João ‎Black ~ Fado anarquista




            Album «fado de intervenção»

            por Aristides Silva a Sábado, 3 de Setembro de 2011 às 11:12 ·
            SINTO O MUNDO A TRANSPIRAR


            Aqui do meu jardim
            Eu vi o Sol beijar a Lua
            Ali perto é Pequim
            Já com o Mao em desventura
            Aqui neste cantinho
            Tudo é pequeno tudo é divino
            Aqui do meu fortim, canto sózinho
            REFRÃO
            Daqui deste jardim
            Eu sinto o Mundo a transpirar
            Paris ou Bombaim
            Com toda a Terra a ressacar
            New Yorque ou de Berlim
            Eu sinto a guerra a ribombar
            Aqui no meu jardim
            Eu vou ficar
            Crescer na coação
            De ser o sim ou o reverso
            Viver esta paixão
            De ter o fim de cada verso
            Amar a cada irmão
            Do Alcorão ou do inverso
            Amar em comunhão do universo

Aristides Silva Estes são os versos da primeira faixa do Álbum. Esta letra e música, nasceram em Agosto de 2008, exatamente no jardim da minha casa da Graciosa, aí pelas duas da manhã, quando já se cheirava a aproximação tempestuosa de crise. 

Em 2006, quando os defensores do modelo neoliberal estavam em êxtase acreditando na infalibilidade do sistema, eu escrevi «neste mundo desigual». Poderia ter chamado a este fado «O fado da Globalização». Nesta letra eu foco fundamentalmente as assimetrias sociais e o «inivitavel» desaparecimento da classe média. 

3 de Setembro de 2011

sábado, 7 de novembro de 2009

Músicas da Revolução

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Estive agora a ler uma mensagem em que dizias "fechado para balanço". Pelos vistos foi rápido. Espero que não tenha sido por nada ruim. Vou-te deixar mais umas músicas soviéticas e depois volto prò trabalho. Bijoux Наш паровоз - (Nash parovoz) [A nossa Locomotiva] 1918 Песня о Щорсе – (Pesnia o Shchorse) [Canção sobre Shchors] música: M. Blanter, letra: M. Golodniy; 1935 Repete a anterior com novo arranjo: Тачанка – (Tachanka) [Tachanka] música: K. Listov, letra: M. Ruderman; 1936 E acabo com 2 versões de Красное знамя – Bandeira Vermelha: Quando tiver tempo procuro mais canções soviéticas.
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Sorriso (hi5)
1/Nov 23:38
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quarta-feira, 2 de abril de 2008

Ao Sabor do Olhar (42) - Grafitti (2)

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mingal999
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Gaffiti - Tropeço crai vs Ima
video muito impovisado ...
xD
em Setubal Portugal
é isso espero que gostem ...
fikem na paZ
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* Victor Nogueira
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Tenho «montes» de fotos não digitalizadas de portas, janelas, chaminés e platibandas algarvias, pormenores, murais ... Agora resolvi dedicar-me aos grafitti. Entretanto descobri um site aqui de Cetóbriga à beira Sado com a mesma finalidade.
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Bem, hoje resolvi deixar-vos os trabalhos de outrem - para isso é que este quase falido blog foi especificamente criado, num projecto que tudo leva a crer está nas últimas.
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Assim, Ao Sabor do Olhar, aqui ficam blogs, vídeos e alguns textos. Bom passeio.
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Grafitti

Caetano Veloso

Composição: Caetano Veloso/Antônio Cícero/Waly Salomão

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Jogo rápido, língua ligeira, olhos arregalados
Passam o meu e o seu nomes ligados
Por uma seta de Cupido, filho de Afrodite
O nosso amor é um coração colossal de grafitti
Nos flancos de um trem de metrô
A nossa carne é toda feita de flama e de fama
O rumor do nosso caso de amor
Não se confina a boatos, bares e boates
Conquista as estações, incendeia a praça escarlate
Inflama o aconchego dos lares
Todos os satélites se viram pelo mundo afora
Para transmitir o nosso som, a nossa luz, nossa hora
E nosso beijo que sempre começa na boca e só acaba na poça
Video Clip Futurista
Porque o mundo, ele é assim, ele é nossa conquista
Andy Warhol mil vezes na TV disse:
- "No gossips, Miss"
Darling, querida
Vê se te toca
Leva tua vida sem fuxico nem fofoca…

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domingo, 2 de março de 2008

Ao Sabor do Olhar (32) - Rock Português

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clicar na imagem para ampliar o texto

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joaorp
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antonio variações - o corpo é que paga
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O Corpo É Que Paga

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Composição: António Variações

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Quando a cabeça….
Quando a cabeça não tem juizo
Quando te esforças mais do que é preciso
O corpo é que paga
O corpo é que paga
Deixa´ó pagar deixa´ó pagar
Se tu estás a gostar
Quando a cabeça não se liberta
Das frustaçoes inibiçoes toda essa força
Que te aperta o corpo é que sofre
As privaçoes mutilaçoes (lap tap tere ...
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Quando a cabeça está convencida
De que ela é a oitava maravilha
O corpo é que sofre
O corpro é que sofre
Deixa´ó sofrer deixa´ó sofre
Se isso te dá prazer
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Quando a cabeça está nessa confusão
Já sem saber que hás-de fazer, e já és tudo o que te vem à mão
O corpo é que fica
Fica a cair sem resistir (lap tap tere ...)
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Quando a cabeça rola pro abismo
Tu não controlas esse nervosismo
A unha é que paga
A unha é que paga
Não paras de roer
Nem que esteja a doer
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Quando a cabeça não tem juizo
E tu não sabes mais do que é preciso
O corpo é que paga
O corpo é que paga
Deixa´ó pagar deixa´ó pagar
Se tu estás a gostar
Deixa´ó sofrer deixa´ó sofrer
Se isso te dá prazer
Deixa´ó cantar deixa´ó cantar
Se tu estás a gostar
Deixa´ó beijar deixa´ó beijar
Se tu estás a gostar
Deixa´ó gritar deixa´ó gritar
Se tu estás a libertar

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Ver História do Rock português em 40 pinturas
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terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

Bandas de Garagem - The Fake

The Fake



One Hundred Steps



Fotos - Autores não identificados
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Nelas o Rui, que aparece em cada uma destas fotos, era letrista, guitarra e vocalista.
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terça-feira, 18 de dezembro de 2007

O Canto da Terra



Vale a pena visitar o canto da terra

clique na imagem para aumentar

terça-feira, 20 de novembro de 2007

Hoje há Música no Galeria & Photomaton




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Fotografia - Teatro Municipal de S. Paulo
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«Nos lembra o Teatro de Ópera de Paris, devido ao seu estilo eclético. Foi inaugurado em 1911, desde então vem sendo o palco de importantes manifestações culturais.»
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Texto e foto em Brasil Escola