Júlio Pêgo deixou um novo comentário na sua mensagem " Reportagem - Momentos da Festa Quadros: ...":
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Rever Paul Cézanne é sempre estimulante. Passou, no seu tempo, ao largo do reconhecimento público, mas hoje é considerado o Mestre, o pai da arte moderna. O intimismo dos jogadores de cartas traz à pintura, a dimensão psicológica a interacção de sentimentos, a interioridade humana.A partir daí a arte passou do reflexo das coisas à essência, ao cerne das coisas.
.Júlio Pêgo
17 Junho, 2007
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Júlio Pêgo deixou um novo comentário na sua mensagem " A Arte de Dias Coelho Quer na escultura, quer ...":
.Seria interessante o "Kant_O_XimPi" reproduzir algumas obras do Esc. Dias-Coelho, assassinado pela PIDE. [clicar na hiperligação] Para além de ser um acto de cultura, seria também de homenagem.
Notável a obra do K. Malevitch.
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Júlio Pêgo
13 Junho, 2007
.13 Junho, 2007
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ADENDA - VN
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Pode ler um artigo de Júlio Pégo em Exposição Escultura e Pintura: "Aquém e Além do Símbolo
sobre Malevitch
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Baudekaire perguntava: "O que é a modernidade?" Foi preciso algum tempo para que os quatro pilares et da arte do século 20 pudessem responder a esta pergunta: Picasso atomizando as formas, Matisse fazendo explodir a cor, Duchamp inventando o ready-made entretanto para melhor destruir a própria obra e Malevictch brandindo o seu ícone Quadrado Negro Sobre Fundo Malevitch Branco, como um crucifixo. Cada um, a sua maneira, podia dizer, como Picasso, em 1923, a A H. Barr! "Por meio da arte, nós exprimimos aquilo que a natureza não é" É o que Malevitch dirá, à maneira russa, a propósito do seu famoso quadro: "Camaradas, ergam-se, subtraiam-se à tirania das coisas."
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Livro premiado em português lusitano.
Baudekaire perguntava: "O que é a modernidade?" Foi preciso algum tempo para que os quatro pilares et da arte do século 20 pudessem responder a esta pergunta: Picasso atomizando as formas, Matisse fazendo explodir a cor, Duchamp inventando o ready-made entretanto para melhor destruir a própria obra e Malevictch brandindo o seu ícone Quadrado Negro Sobre Fundo Malevitch Branco, como um crucifixo. Cada um, a sua maneira, podia dizer, como Picasso, em 1923, a A H. Barr! "Por meio da arte, nós exprimimos aquilo que a natureza não é" É o que Malevitch dirá, à maneira russa, a propósito do seu famoso quadro: "Camaradas, ergam-se, subtraiam-se à tirania das coisas."
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Livro premiado em português lusitano.
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Para saber mais ver:
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2 comentários:
Bela comparticipação.
Não conhecia Júlio Pêgo nem Malevictch.
Vou tentar procuarar, espero que encontre, pois este texto abriu-me o apetite
Maria
Olá amigo, bela postagem.
Tenho uma prendinha para si no Fotos-Fernanda.
Muitos beijinhos,
Fernandinha
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