Viva a Vida !

Este blog destina-se aos meus amigos e conhecidos assim como aos visitantes que nele queiram colaborar..... «Olá, Diga Bom Dia com Alegria, Boa Tarde, sem Alarde, Boa Noite, sem Açoite ! E Viva a Vida, com Humor / Amor, Alegria e Fantasia» ! Ah ! E não esquecer alguns trocos para os gastos (Victor Nogueira) ..... «Nada do que é humano me é estranho» (Terêncio)....«Aprender, Aprender Sempre !» (Lenine)

domingo, 17 de agosto de 2008

sábado, 16 de agosto de 2008

Poesia de Maria Silvestre (2)


Magritte- Le blanc seing


rene-magritte-os amantes.jpg

Magritte - Os Amantes


Alinhar à esquerda

Magritte - Luce polare


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* Maria Silvestre
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14 Agosto 2008

[Nada, nada...]

Nada, nada...
que quereis que vos diga?
Ficai aí, reluzentes e estúpidos,
olhando pra mim.
Mas não vos fixeis por demais!:
pode ser que eu decida
lançar-vos fogo, vendavais,
comida, bolor, sangue de rapariga...
Ficai aí onde estais!
Porque, se vos aproximais
sulco-vos com o meu amor:
e ficais perdidos, pobres, tristes...
Pois descobrireis
que não vale a pena viver entre cordéis
à espera da mão divina
que vos abra o coração
e exponha o ventrículo da coragem
de ser pequenino.


1 Abril 87

Publicada por Maria Silvestre em 19:50

Maria Silvestre

Acerca de mim

Sou amante de inumeráveis poetas. Herdei este amor da minha mãe. O resto perceberão se tiverem paciência para me acompanharem por aqui. A fotografia do perfil é do verão de 1970, da autoria de um fotógrafo de Sintra para onde tinha viajado com quase toda a família. O meu pai descera em Lisboa para o enterro do Salazar (era uma pessoa bondosa e extraordinariamente inteligente, apesar de gostar do ditador); segui com a minha mãe (a Matriarca da família e desde sempre da oposição), a minha avó (a pessoa que mais me amou) e a minha irmã (metade de mim) para passar uma férias em casa de uma prima no Lourel. Foi nesse ano que comecei a devorar o Júlio Verne e os clássicos adaptados para crianças. Depois fui descobrindo os poetas da minha mãe, até que cheguei aos meus.

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Nota do Editor deste Blog
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Gosto deste poema. Tem uma sonoridade shakespereana, entre a sua dramaturgia trágica e o lirismo dos seus sonetos.
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Victor Nogueira
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sexta-feira, 15 de agosto de 2008

Convívio entre Abril e Maio (27) - Até ao lavar dos cestos ... (15) - Palavras



Building a rainbow de Tito Salomoni

From: "maria b.
To: vicnog
Subject: trabalho de casa
Date: Sexta-feira, 17 de Dezembro de 1999 1:07


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> OLá!
> Tudo bem?
> Depois da conversa de 14 de Dezembro,aí vai um trabalho de casa feito em cima do joelho.
>
> Palavras
>
> Por entre palavras francas e sentidas
> A noite escorria fria
> Era inverno...
> Uma lágrima inaudível caiu nos meus olhos
> Alguma angústia crepitava em redor
> Senti muito do que não disseste!
> Nesse momento...
> Queria ter sido o teu pão ,teu sol:)
> Tua confidente e amiga
> Porque a vida é uma viagem
> Uma aventura repartida
> E solidão não cheira a flores
> Cheira a vida.
>
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> Tudo de bom
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>Maria B. :)
>

quinta-feira, 14 de agosto de 2008

Poesia de Maria Silvestre (1)

Magritte - A condicão humana- 1935

* Maria Silvestre

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do Blog Silvestre

13 Agosto 2008

Libido nocturnal

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Abre-te, noite!
abre-te ao néctar do amor.
Deixa a imaginação fluir
pelo rio dos corpos afogados
na alegria deliciosa do prazer.
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Enquanto o dia dorme
a embriaguez é infinita;
a natureza brota,
cai o véu da culpa,
a verdade grita!!...
e expande-se em luzes mil.
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Os lábios procuram a alma da terra
e sorvem o céu
na água caída da tua boca.
O sonho invade e derruba o abismo
soberano do castelo da razão.
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A música emerge das carícias,
penetra no ventre da terra,
atrai o fogo à pele da vida
que se desmancha e dança
na loucura do prazer etéreo...
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A inteligência erótica
saboreia no espírito da noite
o vinho da sabedoria
do feiticeiro da libido.
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O medo é açoitado
pelas mãos da coragem,
enquanto a ousadia abraça
o infinito imprevisto.
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E quando a Lua se mostra...
os fios da noite entrelaçam-se
no ritual do delírio:
_ondulam em torno da Terra
e assistem ao parto da magia.
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1987

Publicada por Maria Silvestre em 19:00

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CAMÕES

Fogo no olho cego
e no coração queimado,
esperança nos cabelos
e no sentimento,
ânsia nos lábios
onde brota a fonte
da verde Leanor,
derrame de sangue,
inferno dos teus louros.
Mas os espíritos
elevam-se no teu corpo,
descobrem-te a alma
em batalhas secretas
e com a paz no horizonte
fixam morada na tua noite.


Junho de 1980
(retrato pintado)

Publicada por Maria Silvestre


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* Maria Silvestre

Quanto ao poema CAMÕES, hesitei muito na sua edição porque o acho minúsculo face à genialidade de quem refere.
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Mas como era apenas a descrição dum retrato pintado, lá me atrevi.
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Se gostar e quiser, pode anexar o LIBIDO NOCTURNAL ou qualquer um dos outros que, pouco a pouco, irei publicando.
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Raras pessoas sabem que eu escrevo e pouquíssimas leram alguma vez um poema meu.
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A primeira série consiste em pequenos textos escritos na contemplação de pinturas que há muitos anos inventei, daí ter começado com um texto, cuja pobreza asssumo, que resume a minha relação, já longínqua, com a prática da pintura. A maior parte das imagens não podem aqui ser apresentadas porque as ofereci a pessoas de família e amigos. As outras estão na casa onde nasci. Um dia lá irei fotografá-las e colocá-las-ei junto aos que as descrevem.
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sexta-feira, 8 de agosto de 2008

Agosto - Mais Brilhante que Mil-Sóis

Hiroshima após o bombardeamento/holocausto nuclear. O «senhor» abaixo nunca se arrependeu e dormiu sempre bem, pois limitara-se a cumprir ordens.
Nunca foi julgado nem a cadeia de comando até Harry Truman, como criminosos de guerra e genocidas, num qualquer Tribunal de Nuremberga.


Colonel Paul Tibbets waving from Enola Gay's cockpit before taking off for the bombing of Hiroshima. (USAF Photo)




Desenho de Tibuka





Quadro de Magritte
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quinta-feira, 7 de agosto de 2008

Bom Repouso e ...

Sexta-feira, 8 de Agosto de 2008

Bom Fim de Semana



clicar na imagem, e/ou ler o esboço de novela,
de acordo com o seu querer e/ou «curiosidade».


http://aoescorrerdapena.blogspot.com/search/label/S%C3%A9rie%20Ad%C3%A3o%20e%20Eva
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terça-feira, 5 de agosto de 2008

Convívio entre Abril e Maio (25) - Até ao lavar dos cestos ... (13)



Building a rainbow de Tito Salomoni

From: "martins"
To: "vicnog"
Subject: (no subject)
Date: Domingo, 13 de Junho de 1999 17:28

Aos primeiros passos as pernas fraquejam. Mas a vontade de andar é mais forte. Estamos quase preparados. Não temos medo. Ainda não conhecemos a nossa fraqueza face aos nossos desjos, a precaridade do absurdo da nossa existência naquela sala enorme que nos cerca de móveis em bico.
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Insistimos, pois ainda estamos somente suspensos de nós. Caímos, levantamo-nos. E andamos! Óh, que bom! E a alegria faz-nos ousar correr, mas...o raio da sala tem uma parede ao fundo. É inquietante!
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Pensamos, prometemos: quando for grande, vou ser muito forte e atravesso as paredes.
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Mas ao crescermos, já ficamos contentes com a descoberta da existência da porta, ou até...somente da janela.
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Beijokas!

L.M.
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continua em

Retratos da Susana

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sábado, 2 de agosto de 2008

sexta-feira, 1 de agosto de 2008

Convívio entre Abril e Maio (23) - Até ao lavar dos cestos ... (11)


Building a rainbow de Tito Salomoni


From: "ana cristina"
To: vicnog
Subject: Olá Victor
Date: Sábado, 2 de Dezembro de 2000 17:43

Olá Boa tarde! *** :-))

Aqui vão alguns poemas conforme combinado!!! Beijinhos depois falamos!!!

Se tiveres paciencia depois mando mais alguns lol ***

Amar
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Amar é deixar esta paixão consumir...
Amar é deixar de pensar...
É deixar o sentimento desabrochar...
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Amar é ter-te junto a mim...
É unir o meu corpo ao teu...
Sermos um só...
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E da união...
E do suor...
E do cheiro...
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No leito...
Deitados...
Extenuados...
Mas...Sorrindo...
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Dizer que te amo!

__________________Ana Cristina Nov. 2000

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quinta-feira, 31 de julho de 2008

Convívio entre Abril e Maio (22) - Até ao lavar dos cestos ... (10)



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* Victor Nogueira
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Convívio entre Abril e Maio (20 ) - Até ao lavar dos cestos ... (8)


Building a rainbow de Tito Salomoni
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* Ana Cristina
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From: "ana cristina"
To: vicnog
Subject: Olá Victor
Date: Terça-feira, 7 de Novembro de 2000 11:55

Olá bom dia...conforme prometido, aqui estou eu a escrever! :-))

Depois de duas horas para chegar a lisboa, depois de uma saida tempestiva, com crianças, sair de casa todos os dias é uma loucura!

Enfim, agora já coordenei o trabalho, e tive tempo de aqui vir ver o mail, e enviar alguns também!!!

Em primeiro lugar: Um bom dia para ti! :-)))

Gostei dos poemas que me mandaste, principalmente do que se referia ao dia da mulher, gostei do cristal...Podes mandar mais, eu gosto de ler poesia!
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:-))) Não é só cinema e prosa, tb gosto de poesia!

Qua mais te hei-de dizer??? Hummm??? Olhando para a janela tá solinho, gosto do sol, tu gostas???

Dia 25, vais ao lançamento do livro do Sindroma????

Estou a ouvir Elton John, oiço sempre musica enquanto trabalho, e tu??

Bem, vou ficar por aqui...aguardo resposta Monsieur! :-))

Um beijo e bom dia de trabalho!! :-)))

Cristina
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quarta-feira, 30 de julho de 2008

Convívio entre Abril e Maio (19) - Até ao lavar dos cestos ... (7)

Building a rainbow de Tito Salomoni
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From: Manariana
To: vicnog
Subject: "mº obrigada"
Date: Sábado, 9 de Setembro de 2000 20:08

Vic
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Obrigada,pelo lindo poema que me enviaste, um dos teus primeiros,logo uma relíquia preciosa e pioneira! Que me enterneceu, me colocou uma lagrimita no olho!
Gostei de o ler, porque encerra toda a beleza da vida!
Toda a gratidão que "a gente" sente por estar nela, com "ela"!
Pegando-lhe quantas vezes com gana de amor e raiva "pelas pontas"!
Já que, traiçoeiramente, a cada passo nos devota a apreensões dolorosas!
E gostamos tanto dela!
Lutamos por "ela"
Queremos estar nela, com "ela"...
Gerindo as nossas mazelas!
Obrigada por o teres escrito!
Por mo teres enviado
pelo teu sentido de oportunidade
pelo teu sorriso
pela tua sensibilidade
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* Manariana
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terça-feira, 29 de julho de 2008

Convívio entre Abril e Maio (18) - Até ao lavar dos cestos ... (6)

Building a rainbow de Tito Salomoni
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From: "M.C"
To: vicnog
Subject: Carta a Alguém.. quase desconhecido...
Date: Terça-feira, 5 de Outubro de 1999 22:34

Elvas, 5 de Outubro de 1999




Sentada à mesa no meu cantinho de trabalho, onde lavro, aro e semeio o caminhar dos dias, e o eco do teu "deves-me carta" bem presente no ouvido, pego-me à escrita.

Como pano de fundo, uma Aria de Bach.De uma beleza extrema, pegando-me na mão como quem guia o cego, leva-me à esfera mais interna do sentir, faz-me partícula, harmoniza-me com o Universo e impregna o ar de uma cantata de ternura.

È neste enquadramento sereno e belo, que me ponho a pensar no que hei-de dizer, a alguém que mal conheço.

Falar de mim a alguém que, de mim pouco sabe, seria, aparentemente uma tarefa fácil, pois muitos trechos haveria para escolher, dos cerca de quarenta anos (dos primeiros seis pouco recordo!) de vida vivida com o entusiasmo que o saber das diferentes idades me foi permitindo desfrutar.

Mas, contrariamente ao que seria de esperar, sinto-me como se quisesse fazer escoar todo um caudal de vida, pela garganta estreita da ponta da caneta, para esta folha branca feita foz.

Sinto o fluir da água... gosto de me espraiar como onda no crescer da maré...

O mar, sempre presente em mim que, curiosamente, escolhi viver neste mar de terra onde apenas ouço o vaivém das marés, quando o trigo está louro e a seara escaldante ondula, ao som da brisa, em fim de dia.

Também gosto do branco-cal das casas, que a luz dourada deste sol do Sul torna de um brilho único.

E depois há o céu...o céu do Alentejo, em que me perco a contar estrelas, quando, em madrugadas de trabalho, regresso a casa, cidade adormecida a sono solto.

A lua, ela também é minha companheira; espreito-a e, ora se esconde, ora se mostra, para me fazer lembrar que a vida é feita de momentos, pertença de uma única unidade.

E quando chega o frio, o aroma de lareira acesa impregna-me o sentir, quando de casa me aproximo e, cansada do dia, persigo o sonho ao som do estalar do azinho e me aconchego no crepitar da chama.

Tantas e tantas coisas mais teria para te dizer desta procura apaixonada com que faço o caminho, mas eu não sei falar de mim...

Socorro-me por isso, de um pedacinho do meu eu, que, talvez fale melhor do muito que eu gostaria que a ti chegasse, mas que não sei dizer.


Um jinhooooooo

M.



Um jinhooooooo
A moça de Elvas

terça-feira, 15 de julho de 2008

Convívio entre Abril e Maio (17) - Até ao lavar dos cestos ... (5)

Building a rainbow de Tito Salomoni


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Olá,

Recebi este mail, e achei tão cómico, como aliás são os filmes do Charlie Chaplin. Ri-me tanto, que não posso deixar de partilhar convosco.
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Elvira
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ter 08-07-2008 16:43
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hollywoodclassics4
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sábado, 12 de julho de 2008

Convívio entre Abril e Maio (15) - Até ao lavar dos cestos ... (3)

Junho 23, 2008

Acho que dava um azulejo

filha do administrador


Isso, acho que dava um azulejo giro.
Tenho visto tantos painéis de azulejos em casas a cair que me deram vontade de ficar com eles, que acabei a desenhar um azulejo.
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posted by Filha do Administrador at 6/23/2008 08:44:00 PM
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