Viva a Vida !
Este blog destina-se aos meus amigos e conhecidos assim como aos visitantes que nele queiram colaborar..... «Olá, Diga Bom Dia com Alegria, Boa Tarde, sem Alarde, Boa Noite, sem Açoite ! E Viva a Vida, com Humor / Amor, Alegria e Fantasia» ! Ah ! E não esquecer alguns trocos para os gastos (Victor Nogueira) ..... «Nada do que é humano me é estranho» (Terêncio)....«Aprender, Aprender Sempre !» (Lenine)
sexta-feira, 13 de setembro de 2013
quinta-feira, 12 de setembro de 2013
António Jorge - Luanda
Victor Nogueira partilhou o estado de António Jorge.
Luanda, renovada aqui exposta em algumas imagens actualizadas e o edifício, ainda em fase de acabamento, onde será instalada a Assembleia Nacional da Republica, situado entre a Praia do Bispo e a cidade alta.
António Jorge - Luanda (6 fotos)
António Jorge - Luanda (6 fotos)

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quarta-feira, 11 de setembro de 2013
ary dos santos - homenagem ao povo do chile
Victor Nogueira partilhou a foto de Carlos Fonseca.
HOMENAGEM AO POVO DO CHILE
Foram não sei quantos mil
operários trabalhadores
mulheres ardinas pedreiros
jovens poetas cantores
camponeses e mineiros
foram não sei quantos mil
que tombaram pelo Chile
morrendo de corpo inteiro
Nas suas almas abertas
traziam o sol da esperança
e nas duas mãos desertas
uma pátria ainda criança
Gritavam Neruda Allende
davam vivas ao Partido
que é a chama que se acende
no Povo jamais vencido
– o Povo nunca se rende
mesmo quando morre unido
Foram não sei quantos mil
operários trabalhadores
mulheres ardinas pedreiros
jovens poetas cantores
camponeses e mineiros
foram não sei quantos mil
que tombaram pelo Chile
morrendo de corpo inteiro.
Alguns traziam no rosto
um ricto de fogo e dor
fogo vivo fogo posto
pelas mãos do opressor.
Outros traziam os olhos
rasos de silêncio e água
maré-viva de quem passa
Uma vida à beira-mágoa.
Foram não sei quantos mil
operários trabalhadores
mulheres ardinas pedreiros
jovens poetas cantores
camponeses e mineiros
foram não sei quantos mil
que tombaram pelo Chile
morrendo de corpo inteiro.
Mas não termina em si próprio
quem morre de pé. Vencido
é aquele que tentar
separar o povo unido.
Por isso os que ontem caíram
levantam de novo a voz.
Mortos são os que traíram
e vivos ficamos nós.
Foram não sei quantos mil
operários trabalhadores
mulheres ardinas pedreiros
jovens poetas cantores
camponeses e mineiros
foram não sei quantos mil
que nasceram para o Chile
morrendo de corpo inteiro.
José Carlos Ary dos Santos
Foram não sei quantos mil
operários trabalhadores
mulheres ardinas pedreiros
jovens poetas cantores
camponeses e mineiros
foram não sei quantos mil
que tombaram pelo Chile
morrendo de corpo inteiro
Nas suas almas abertas
traziam o sol da esperança
e nas duas mãos desertas
uma pátria ainda criança
Gritavam Neruda Allende
davam vivas ao Partido
que é a chama que se acende
no Povo jamais vencido
– o Povo nunca se rende
mesmo quando morre unido
Foram não sei quantos mil
operários trabalhadores
mulheres ardinas pedreiros
jovens poetas cantores
camponeses e mineiros
foram não sei quantos mil
que tombaram pelo Chile
morrendo de corpo inteiro.
Alguns traziam no rosto
um ricto de fogo e dor
fogo vivo fogo posto
pelas mãos do opressor.
Outros traziam os olhos
rasos de silêncio e água
maré-viva de quem passa
Uma vida à beira-mágoa.
Foram não sei quantos mil
operários trabalhadores
mulheres ardinas pedreiros
jovens poetas cantores
camponeses e mineiros
foram não sei quantos mil
que tombaram pelo Chile
morrendo de corpo inteiro.
Mas não termina em si próprio
quem morre de pé. Vencido
é aquele que tentar
separar o povo unido.
Por isso os que ontem caíram
levantam de novo a voz.
Mortos são os que traíram
e vivos ficamos nós.
Foram não sei quantos mil
operários trabalhadores
mulheres ardinas pedreiros
jovens poetas cantores
camponeses e mineiros
foram não sei quantos mil
que nasceram para o Chile
morrendo de corpo inteiro.
José Carlos Ary dos Santos

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povo que lavas no rio

Maria Sinhá partilhou uma ligação .
beijo Victor Nogueira.
sei que aprecias!
sei que aprecias!

Amália/**Povo que lavas no Rio**/
www.youtube.com
Das várias gravações deste fado, para mim esta é fenomenal.Amália e só Amália
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Miguel Torga - contra a destruição
Victor Nogueira partilhou a foto de António Jorge.
Contra a Destruição
Aqui sentado à mesa
Do escritório,
Humilde laboratório
De poeta,
Ensaio o novo poema.
Emoções desintegradas
Numa cadeia de rimas,
Para erguer as destroçadas
Hiroshimas.
Miguel Torga
Aqui sentado à mesa
Do escritório,
Humilde laboratório
De poeta,
Ensaio o novo poema.
Emoções desintegradas
Numa cadeia de rimas,
Para erguer as destroçadas
Hiroshimas.
Miguel Torga

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Judite Faquinha- Avante
* Judite Faquinha
Era ainda pequenina
Bem rebelde e traquina
Vi um jornal pequenino
Era sim, bem pequenino
Bebi cada palavra, do JORNALINHO
Ensinou-me a ser o que sou!
Ideais, princípios de valor
O li, quase de cor
Orgulhosa de o ter para ler
Chamava o povo á realidade
Apelava á unidade
Praticar e a guardar
As lutas no dia, a dia
Prisões, mortes acontecia
O AVANTE denunciava
Denunciava tudo que era fatal
Políticos, presos para o TARRAFAL
Onde morriam em morte lenta
Se morriam na frigideira
Eu chamo de torradeira
Era TURTURA até matar
Dez, onze, doze apenas
Eu era bem pequena
Entreguei! Quantos salários?
Ia para a escola com alegria
Correndo quase por magia
Minha missão tinha comprido
Legumes por mim mandavam
As famílias que precisavam
Para a fome dos filhos matar
Dos legumes, a P.I.D. sabia
Ao interrogarem o meu pai um dia
O chefe Tinoco dos salários não falou
Mas eu nunca tive medo
Se soubessem do meu segredo
Me sentia feliz ao faze-lo
Eram, famílias dos comunistas
Presos pela policia, fascista
De um Portugal amordaçado
Lutavam por liberdade
Justiça e dignidade
Por trabalho, pão e PAZ
12-09-62
Judite Faquinha
Victor, no livro < VIVER E RESISTIR NO TEMPO DE SALAZAR> fala de um poema meu e, o que segnificou este jornal para mim! Te mando, o < AVANTE> mas, é o meu sentimento de uma comunista com a terceira classe, a minha formação académica e a esperiência da vida... e vivendo no campo, mas com o vicio da leitura, é um poema de linguagem simples, mas é o meu sentir!
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terça-feira, 10 de setembro de 2013
Rolling Stones - She's a rainbow (Ella es un Arcoíris)
Arminda Griff partilhou uma ligação .
http://youtu.be/PcYNUX0g4e8
_ Beijinho__ RELAXA!
_ Beijinho__ RELAXA!

Rolling Stones - She's a rainbow (Ella es un Arcoíris)
youtu.be
Viene en colores por todos lados Peina su pelo Es como un arcoíris Llegan, colores en el aire Oh, por todos lados, viene en colores Viene en colores por todo...
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um texto de Alice Coelho
Temos muitos caminhos, temos muitas estradas, o destino não existe, as escolhas são folhas de palavras soltas que não coincidem com os gestos livres de quem somos na alvorada e do que somos na noite calada..... Mudamos e traçamos o rumo da estrada, conforme a viagem, conforme a paisagem.
AC ___________ Alice Coelho.

- Victor Nogueira Olá, Alix Gossto muito de ler-te, apesar de saber com o saber de experiência feito que as palavras são frequentemente um espelho enganador, porque nelas o escriba e o leitor se projectam, num crystal multifacetado, que da realidade refulge apenas e só o que nós queremos ver cintilar. Bjos, minha velha amiga viirtual, sempre mocinha Alice Coelhohá 3 minutos · Editado · Gosto
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Victor Nogueira Breves
segunda-feira, 9 de setembro de 2013
susana garcia - Patos do Mondego
Patos do Mondego
É sobre as águas por vezes calmas e limpidas,
outras vezes tempestuosas e barrentas,
que bailam os patos,
ensaiando uma dança...
que só eles conhecem.
É sobre essas águas...
que sobrevoam as gaivotas,
em busca de algo que desejam.
No parque verde ,
de uma beleza imensa...
os patos passeiam-se
comem o seu alimento..
e descansam,
retornando depois com toda a sua energia,
a esse rio apelidado de " Basófias"...
dançando ao som quem sabe de um fado,
dessa cidade maravilhosa...
ou de uma música clássica
que em coro vão entoando,,,
Susana Ferreira —
É sobre as águas por vezes calmas e limpidas,
outras vezes tempestuosas e barrentas,
que bailam os patos,
ensaiando uma dança...
que só eles conhecem.
É sobre essas águas...
que sobrevoam as gaivotas,
em busca de algo que desejam.
No parque verde ,
de uma beleza imensa...
os patos passeiam-se
comem o seu alimento..
e descansam,
retornando depois com toda a sua energia,
a esse rio apelidado de " Basófias"...
dançando ao som quem sabe de um fado,
dessa cidade maravilhosa...
ou de uma música clássica
que em coro vão entoando,,,
Susana Ferreira —

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Susana Garcia
Alfredo Costa Pereira - “A ÚLTIMA ILUSÃO”
Maria Márcia Marques partilhou a foto de Alfredo Costa Pereira.
“A ÚLTIMA ILUSÃO”
Quando, ao aproximar-se o Outono, vejo as folhas a serem levadas pelo vento,
aquelas que ainda há pouco tempo se prendiam a troncos verdejantes, num portento,
penso e comparo a vida, a um tronco imenso ao qual se prendem as nossas ilusões!
E de um modo semelhante, o Outono da vida vai desprendendo as fantasias dos nossos corações!
E tal como um tronco sem folhas nos entristece, e nos faz sofrer ao vê-las rebolar pelo chão,
também assim é a nossa vida quando se desprende a última ilusão!
Alfredo Costa Pereira
Óleo sobre tela de Peder Mork Monsted.
Quando, ao aproximar-se o Outono, vejo as folhas a serem levadas pelo vento,
aquelas que ainda há pouco tempo se prendiam a troncos verdejantes, num portento,
penso e comparo a vida, a um tronco imenso ao qual se prendem as nossas ilusões!
E de um modo semelhante, o Outono da vida vai desprendendo as fantasias dos nossos corações!
E tal como um tronco sem folhas nos entristece, e nos faz sofrer ao vê-las rebolar pelo chão,
também assim é a nossa vida quando se desprende a última ilusão!
Alfredo Costa Pereira
Óleo sobre tela de Peder Mork Monsted.

- Gostas disto.
- Victor Nogueira Olá, Maria Márcia Marques Dizia Lavoisier que na natureza, nada se cria, nada se perde, tudo se transforma, dialecticamente, acrescento. E nas 4 estações - apenas duas nos trópicos e nas regiões polares - elas sucedem-se ininterruptamente. Ao cair das folhas no outono corresponde o renascer na primavera para o amadurecimento no verão Bjos9/9 às 21:55 · Editado · Gosto · 1
- Maria Márcia Marques Obrigada9/9 às 21:31 · Não gosto · 1
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