Viva a Vida !

Este blog destina-se aos meus amigos e conhecidos assim como aos visitantes que nele queiram colaborar..... «Olá, Diga Bom Dia com Alegria, Boa Tarde, sem Alarde, Boa Noite, sem Açoite ! E Viva a Vida, com Humor / Amor, Alegria e Fantasia» ! Ah ! E não esquecer alguns trocos para os gastos (Victor Nogueira) ..... «Nada do que é humano me é estranho» (Terêncio)....«Aprender, Aprender Sempre !» (Lenine)

domingo, 29 de maio de 2011

Amizade e Lembrança



João Gonçalves (ISESE)



"Um dia a maioria de nós irá separar-se. Sentiremos saudades de todas as conversas jogadas fora, das descobertas que fizemos, dos sonhos que tivemos, dos tantos risos e momentos que partilhamos. Saudades até dos momentos de lágrimas, da angústia, das vésperas dos finais de semana, dos finais de ano, enfim... do companheirismo vivido. Sempre pensei que as amizades continuassem para sempre. Hoje não tenho mais tanta certeza disso. Em breve cada um vai para seu lado, seja pelo destino ou por algum desentendimento, segue a sua vida. Talvez continuemos a nos encontrar, quem sabe...nas cartas que trocaremos. Podemos falar ao telefone e dizer algumas tolices... Aí, os dias vão passar, meses...anos... até este contacto se tornar cada vez mais raro. Vamo-nos perder no tempo.... Um dia os nossos filhos verão as nossas fotografias e perguntarão: "Quem são aquelas pessoas?" Diremos...que eram nossos amigos e...... Isso vai doer tanto! "Foram meus amigos, foi com eles que vivi tantos bons anos da minha vida!" A saudade vai apertar bem dentro do peito. Vai dar vontade de ligar, ouvir aquelas vozes novamente...... Quando o nosso grupo estiver incompleto... reunir-nos-emos para um último adeus de um amigo. E, entre lágrima abraçar-nos-emos. Então faremos promessas de nos encontrar mais vezes daquele dia em diante. Por fim, cada um vai para o seu lado para continuar a viver a sua vida, isolada do passado. E perder-nos-emos no tempo..... Por isso, fica aqui um pedido deste humilde amigo: não deixes que a vida passe em branco, e que pequenas adversidades sejam a causa de grandes tempestades.... Eu poderia suportar, embora não sem dor, que tivessem morrido todos os meus amores, mas enlouqueceria se morressem todos os meus amigos!"
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* Vinícius de Morais
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Tenho amigos que não sabem o quanto são meus amigos. Não percebem o amor que lhes devoto e a absoluta necessidade que tenho deles.



A amizade é um sentimento mais nobre do que o amor, eis que permite que o objeto dela se divida em outro s afetos, enquanto o amor tem intrínseco o ciúme, que não admite a rivalidade. E eu poderia suportar, embora não sem dor, que tivessem morrido todos os meus amores, mas enlouqueceria se morressem todos os meus amigos! Até mesmo aqueles que não percebem o quanto são meus amigos e o quanto minha vida depende de suas existências ...


A alguns deles não procuro, basta-me saber que eles existem. Esta mera condição me encoraja a seguir em frente pela vida. Mas, porque não os procuro com assiduidade, não posso lhes dizer o quanto gosto deles. 

Eles não iriam acreditar. Muitos deles estão lendo esta crônica e não sabem que estão incluídos na sagrada relação de meus amigos.

Mas é delicioso que eu saiba e sinta que os adoro, embora não declare e não os procure.

E às vezes, quando os procuro, noto que eles não tem noção de como me são necessários, de como são indispensáveis ao meu equilíbrio vital, porque eles fazem parte do mundo que eu, tremulamente, construí e se tornaram alicerces do meu encanto pela vida.

Se um deles morrer, eu ficarei torto para um lado.

Se todos eles morrerem, eu desabo!

Por isso é que, sem que eles saibam, eu rezo pela vida deles.

E me envergonho, porque essa minha prece é, em síntese, dirigida ao meu bem estar. Ela é, talvez, fruto do meu egoísmo.

Por vezes, mergulho em pensamentos sobre alguns deles.

Quando viajo e fico diante de lugares maravilhosos, cai-me alguma lágrima por não estarem junto de mim, compartilhando daquele prazer...

Se alguma coisa me consome e me envelhece é que a roda furiosa da vida não me permite ter sempre ao meu lado, morando comigo, andando comigo, falando comigo, vivendo comigo, todos os meus amigos, e, principalmente os que só desconfiam ou talvez nunca vão saber que são meus amigos!

A gente não faz amigos, reconhece-os..
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quinta-feira, 10 de março de 2011

As consciências de Aluguer por José Pedro Namora

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a quinta-feira, 10 de Março de 2011 às 12:06
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 Com raríssimas excepções, os media estão pejados de consciências de aluguer que reproduzem, em coro síncrono, a voz dos donos. Omniscientes, peroram sobre tudo e convergem na defesa do pensamento único. A proliferação de jornais, rádios e televisões, ao contrário do que apregoaram os cultores de princípios grandiloquentes, significou uma redução do pluralismo informativo e por essa via, uma diminuição brutal da democracia.

O papel dessas prostituídas consciências na derrocada que nos atingiu ainda está para ser devidamente estudado. Viu-se agora, a propósito do discurso de Cavaco Silva na tomada de posse, como se esforçaram. Cavaco diagnosticou a situação, mas escondeu as causas e o papel determinante que teve na destruição, nomeadamente, da nossa capacidade produtiva. Apelou aos jovens com frases lindas que esconderam ter sido autor, depois de Mário Soares, dos maiores ataques à estabilidade no emprego e ao papel social do Estado. Basta ver, por exemplo, quem legalizou, em 1989, a moderna escravatura laboral pomposamente designada de subcontratação.

O paradigma de sucesso de Cavaco Silva chama-se Dias Loureiro e afins. Mas os loroteiros de serviço esconderam tudo e apregoam a requentada receita de Cavaco como o melhor dos elixires. Pelo caminho silenciaram o óbvio: Cavaco é cúmplice do actual governo e não tem legitimidade para criticar.

Razão teve ontem Agostinho Lopes ao contrariar o loroteiro de serviço na SIC: Não é verdade que ninguém tenha alertado contra as políticas que nos trouxeram o descalabro. Só que, quando o PCP as denunciou, foi apelidado de catastrofista.

Se existisse jornalismo político sério nos media do sistema, a pergunta formulada ontem por Agostinho Lopes seria inevitável: para onde foi o dinheiro das privatizações? Estou certo de que a resposta implicaria centenas de participações ao Ministério Público para procedimento criminal contra a corja de vigaristas. E, já agora: quem ficou com os milhões de fundos comunitários?
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Victor Nogueira O homem é um ser angélico, impoluto e virginal, irmão de Mário Só-Ares ambos mestres de Sócrates e Passes de Coelho ! Só tem um pequeno handicap: tem azar na escolha dos amigos, da vizinhança e dos colegas de partido e governo. Por isso tem de trabalhar para sustentar a Maria da vida dele, que tem, ela, uma reforma de miséria, segundo ele ! E confia demasiado nos banqueiros ao ponto de nem saber como são aplicadas as suas poupanças ! Cavaco dixit !
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quarta-feira, 2 de março de 2011

Historiadores?, por Pedro Namora


Quarta-feira, 2 de Março de 2011

Historiadores?

Estado Novo foi o rótulo que o fascismo escolheu para esconder as suas actividades criminosas. Que, em democracia, tal expressão mentirosa e laudatória da ditadura fascista seja empregue pela generalidade dos historiadores, diz bem do estado a que chegou a bicharada que tanto gosta de se declarar imparcial.

Há-de ser essa imparcialidade que leva os historiadores que escrevem sobre o fascismo – que piamente perdoarão a minha incapacidade de chamar novo ao Estado velho do terror Salazarista – a constantemente escamotear e deturpar o papel do PCP durante esses anos.

Tarrafal? Chamem aí a Irene Pimentel que tratará do assunto e de forma versátil: fidedigno só o Edmundo Pedro e os arquivos da Fundação Soares, pois então. Mais o Fernando Rosas. E se alguma dúvida for levantada sobre algo, a Pimentel não hesitará em recorrer a um qualquer enfermeiro informador da pide para garantir que não, o PCP não tem razão.

Militão Ribeiro, assassinado no EPL? A Pimentel convocada não deixará de assegurar que no PCP isso foi polémico, porque se falou em suicídio. Mesmo que o Avante! da época a desminta, Irene persistirá na sua. Porque a anima um ódio visceral ao PCP, familiar de ódio similar de Pacheco Pereira e Fernando Rosas e tantos outros.


 
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domingo, 27 de fevereiro de 2011

A magia aplicada ao dia a dia por Ana Porfirio

 a Domingo, 27 de Fevereiro de 2011 às 18:53
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Raramente nos damos conta mas usamos permanentemente magia, em pequenos contam-nos aquelas histórias fabulosas de sapos que se transformam em pessoas ou de cisnes que são pessoas, de mal que é sempre arrasado por o bem, de mulheres com cauda de peixe, de fadas madrinhas que aparecem a meninas injustiçadas e com um pauzinho mágico resolvem tudo, guarda-roupa, adereços, cabeleireiro, veiculo, é claro que aquilo tem sempre em anexo uma condição parva ou um horário vitoriano, mas como os maus acabam sempre castigados resolve-se tudo, sem espinhas. Depois afinal acham que para crescermos nos tem de retirar todas essas ilusões, afinal os maus ganham muitas vezes, quase sempre, os bons não são assim totalmente bons, porque se o fossem eram só estúpidos, parece que apesar dos boatos não existem sereias, roubam-nos assim a magia quase como um rito de passagem.
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Depois com idade descobrimos outras magias, muitas, alguns de nós por exemplo tem o estranho dom da generosidade e da multiplicação, não é que tenham muito, mas repartem o que é seu, seja dinheiro, comida ou simplesmente atenção e carinho por quem os rodeia, usam algumas palavras mágicas que parecem palavras banais, mas são mágicas, há quem consiga transformar afecto e carinho em coisas diversas: comida, pinturas, músicas, imagens, poemas, é uma forma de amar, não parece mas é, nada fácil, na maior parte dos casos tem de se nascer com aquela magia  dentro de nós, há ainda quem consiga espalhar alegria em seu redor, há quem seja uma espécie de paladino lutador contra todas as injustiças, há quem tenha o dom de ver sempre o lado positivo da vida, e é claro também há os praticantes de más magias que fazem isto tudo ao contrário, há ainda magias colectivas, a magia da amizade, da cumplicidade, dos amores diversos e dos amores incondicionais, sendo que os incondicionais são quase viscerais e nascem com os nossos filhos, quanto ao outro amor ainda não me consegui decidir, sei que é uma magia, mas tanto pode ser uma forma de amizade ou pelo contrário ser a amizade outra forma de amor o que interessa é que existem assim mágicos entre nós, estrelas guias no nosso dia a dia…


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sábado, 26 de fevereiro de 2011

O tempo na poesia de Ausenda Hilário


Sábado, 4 de Dezembro de 2010


espero as manhãs limpas




Como encontrar os teus lábios
Se é tão distante a palavra
Que os esconde
Sinto-os de saudade longa
Tragada …e sonho ficar perto.
Fluem pensamentos das horas
Que exaltámos fogos
E atenuámos rios
De tanto amor inundado.
Agora, neste silêncio escravo
Não és tu que encontro
E todos os dias findam…
E eu, no meu ensejo
Exulto as madrugadas
Para que sejam manhãs limpas
As que vierem contigo!
(tela de margusta loureiro)
 
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Domingo, 7 de Fevereiro de 2010


chamando o vento



Ama-me, sem que o meu silêncio te perturbe
Ouve-me no rastear do vento de palavras quentes
quando a minha voz te chama
Dá-me, jamais o que pedirei
enquanto for longe o render
da tua língua de fogo,
que me incendeia inteira
e donde teimosamente renasço...
e renasço!
Caminha sem o meu chão...
nas cinzas onde lentas,
morrem névoas amarguras
Colhe-me, em gomos de amor
antes que se decline
a firmeza do meu olhar!
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Sábado, 17 de Outubro de 2009


poema de sal


Nasço

na raiz translúcida,

na seiva e na sombra,

na folha branca de espuma

me desfaço...,

e na sal-gema

do choro e do grito,

no silêncio que inflama,

nessa alva cama...

faço-te poema!


(imagem:zea jara)

Sábado, 27 de Junho de 2009



Se tu inventasses

uma cor ou um sol

que se entranhasse

no âmago da escuridão

eu...por dentro de ti

seria o vento

se tu me soprasses!
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Sábado, 20 de Junho de 2009


Um tempo


Anseio-te colado a mim
no escorrer da seiva
das tuas melosas pétalas
navegantes

Querer-te no corpo
e na agitação do cansaço
do tempo tardio
da hora ingrata

Viver a ventura
do nosso abraço
descalço, caminhando no beijo

anseio beber-te...

Sonho no arranque da tua alma
colocada dentro de mim

Quero pintar-te
no meu regaço e ...ter-te!
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Sábado, 18 de Abril de 2009


serás...


Dou-te o mar
E com ele...
Dou-te o luar
E quando nascer a lua
Dou-te a maré
Do vento, nua
E assim serás
Num olhar…
Se fores capaz
O (a)mar…!



imagem:Mari Vilar
 
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domingo, 20 de fevereiro de 2011

Crónica de um domingo Passional por Ana Porfirio

 a Domingo, 20 de Fevereiro de 2011 às 15:46
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Os domingos são assim, acordo exactamente à hora exacta como se não fosse este o dia de descanso, mas como é domingo fico enroscada na cama, pego no livro e leio, leio até me doerem as costas, porque o meu corpo não está habituado a tanta hora de repouso, como é dia de descanso, como as torradas com calma, o sumo de laranja com prazer, com o café uma torrada com geleia, luxo de manhãs sem contra relógio, estendo e apanho roupa, dobro roupa, apresso-me a aproveitar o sol, encho as cordas, lençóis, toalhas de banho, soutiens, camisolas, tudo preso por molas coloridas, salgo o tamboril, tempero o frango, aos domingos saem comeres a prazer dos convivas, retiro do congelador algo mais para o jantar, vejo que faltam ovos depois de bater os existentes, com açúcar, chocolate, manteiga e colocar no forno, assim em dois andares, o bolo de chocolate que gostam, a bola de carnes que servirá de complemento em fatias macias com pedaços de fiambre, presunto, chouriço, coloco os pratos na mesa, pico os coentros, acaba o almoço, dois dedos de conversa, o cheiro da lixívia, porque aquela parede tem vindo a acumular humidade e tem de se limpar, aproveitando os dias de ócio, na escada das traseiras partilho um café e um cigarro, com a amiga de sempre que ao domingo almoça no andar ao lado, primeiro era uma forma da sogra a aliviar do stress semanal, agora é ela que vem orientar as coisas face ao stress da doença que faz a sogra não reconhecer os familiar ou não saber onde está a batedeira, trocamos mais uma conversa, as semanas correm rápidas e sem tempo,  sento-me um pouco, antes de pegar no resto das tarefas, falta passar a ferro, dobrar a montanha peúgas, tentar ainda que o máximo de roupa enxugue, amassar o rolo de carne, cozer grelos, talvez fazer uma sopa, adiantar aquele relatório que tem de ficar pronto amanhã, são assim os meus domingos passionais, dias de ócio de uma mulher que trauteia enquanto passa a ferro e que enche os espaços que consegue com pedaços de sonho.
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domingo, 13 de fevereiro de 2011

Fotos de Carmen Montesino - O FADO NASCEU UM DIA...

Foto 22 de 33


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Adicionada ontem 
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CORAÇÃO INDEPENDENTE, três esculturas de JOANA VASCONCELOS

INDEPENDENT HEART, sculptures by JOANA VASCONCELOS



(Marco Rodrigues e Mafalda Arnauth, cantam "Valsa das paixões")  [1]
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xxamonixx | 12 de Setembro de 2010 | utilizadores que gostaram deste vídeo, 1 utilizadores que não gostaram deste vídeo
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Victor Nogueira
Grato pela lembrança/presente apesar da ausência
http://contosdiaadia.blogspot.com/2009/05/dali-e-memoria.html
:-)*
há 56 minutos · · 1 pessoa
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Carmen Montesino
Victor, nunca me esqueço de si, como vê : ) Um beijinho!há 54 minutos
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Victor Nogueira
LOL. Para mim, sem pensar em quem quer que seja, há muito que é mais um dia de São Vale SemTi pk não senti nem sinto
há 49 minutos · · 1 pessoa
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Victor Nogueira
Um bom resto de domindo :-)
há 48 minutos · · 1 pessoa
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Victor Nogueira
Olá :-)
Primeiro supus que se tratava duma fotografia feita por ti e interroguei-me onde estariam CORAÇÃO INDEPENDENTE, três esculturas de JOANA VASCONCELOS. Mas ... afinal a foto é das 3 esculturas de JV tirada por ti ?
 há 2 segundos 
[1]
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  • Não sei se me dás o prazer desta dança
    Não sei se me sinto mais velho, criança
    Não tenho par, mas nos teus olhos
    Percebo um convite para eu avançar 
    Por entre o som da minha voz e da tua 
    A valsa vai seguindo rua após rua 
    Eu rogo no ar, e sinto-me um rei 
    A dançar como jamais dancei. 
    .
    Dançam as paixões 
    Dança o tempo 
    Dançam as canções 
    Dança o vento 
    .
    Dançar é chamar corpo ao pensamento 
    É ir atrás do mar quando o mar vem atrás de nós 
    Dançam corações, sem abrigo
    Mas só tu danças comigo. 
    A lua vai-te fazer uma serenata 
    (Dançam as paixões) 
    E tu vais descobrir a palavra exacta 
    (Dançam as canções)
    O teu prazer é melodia 
    Que dentro de mim já começa a nascer 
    A roupa que deixamos no chão do quarto 
    Os beijos gratos que contigo reparto 
    .
    A noite, o luar 
    O sol, a manhã 
    E lá fora, uma valsa a tocar. 
    .
    Dançam as paixões 
    .Dança o tempo 
    Dançam as canções 
    Dança o vento 
    .
    Dançar é chamar corpo ao pensamento 
    É ir atrás do mar quando o mar vem atrás de nós 
    Dançam corações, sem abrigo
    Mas só tu danças comigo.
    .
    Dançam as paixões
    Dançam as paixões
    Dançam as canções
    A valsa vai seguindo rua após rua
    Dança o tempo
    Dançam as paixões.
    .
 

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Lançamento do livro "Classes, Valor e Acção Social" de João Aguiar




Divulgação do Livro

João Valente Aguiar (investigador do ISFLUP)

À venda, entre outros, nos seguintes locais:
                     Livraria Leitura/Bulhosa
                     Bertrand Livreiros
                     FNAC
                     Wook

Agradece-se divulgação.
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(sessões de lançamento anunciadas em breve)