quinta-feira, 24 de agosto de 2017

poema de flipe chinita


ou do amor.
mas como não há-de ser mais falado que vivido
se as pessoas quasi todas! continuam
sempre com medo de vivê-lo!
acoitando-se quasi.sempre.
apenas na 'segurança
burguesa' do
nada.
quando... tão certa
(apenas) temos
a morte
.
2017.08.24

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