Sou uma gaivota errante dos mares que não são meus, subo no ar e rasgo horizontes, sempre caminhando, sempre voando num céu que não me pertence, numa estrada que não conheço, num arco íris debutado com pegadas apagadas naquela praia distante, que não é minha nem tua, em mensagens escritas e descritas, nunca lidas, num olhar no tempo que se torna hábito.
AC
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