Sonhos salpicados de mar, voos infinitos de lugares distantes, vidas secretas sem sons, silêncios calados e escondidos em noites escuras, musicas faladas e ouvidas, sinais de um tempo que te adormece, dum caminho que desconheces, numa doce nostalgia, que te estremece, porque de estranheza parece, ao que a alma te chama, em sorrisos espelhados na tua sombra longinqua e esbatida, que o amanhã será, o que hoje não sabes e te confunde, mas que numa virgula surgirá a resposta que te foge, mas que agarras sem olhares para tràs, deixando bem espezinhado o que foi, porque no hoje, estás!!!
AC
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