No mundo dos meus sonhos há beleza
Há imagens que vêm e se vão
Há versos de amor e tristeza
e abismos de paz e de ilusão
Creio que em toda a natureza
Não há alguém que tenha o condão
De possuir como eu esta grandeza
Feita toda de doce imaginação
Sinto como é bom poder recordar
E manso, de mansinho, penetrar
No mundo que é tão belo e é só meu
No mundo dos meus sonhos ninguém entra
E ali tudo revive e representa
Aquilo que amei e se perdeu.
Vila Real
Olá, muito bom o conteúdo e ilustração do seu blog.
ResponderEliminarJá estou fazendo parte dele como Novo seguidor ficarei atento nas Novidades.
Visite o meu se puder, bem como, torne-se meu seguidor, eu ficaria satisfeito.
eugeniopacelly.blogspot.com/
Sejam benevolentes, amigos, perante a minha falta de modéstia.
ResponderEliminarTinha aí uns 16/17 anos quando fiz este soneto.
Pois, maricotinha, já se prenunciava uma escritora de talento, apesar dos verdes anos.
ResponderEliminarNão sei quantos anos já passaram desde a escrita do soneto, mas como diria o Mário Castrim, não desista e continue a encantar os seus leitores.
Ao Sabor do Olhar agradece a oportunidade que lhe foi dada para divulgar sua produção literária