terça-feira, 25 de maio de 2010

24 Maio 2010


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.Sem saber de ti, caminhei no escuro

Perdida, sem luz, na noite apenas breu

Pergunto-me se sabes que te procuro

Mas sinto que voltarás, vento meu



Sem saber de ti, percorri um deserto

Dorida da ausência do calor que é teu

Sabendo-te longe, sinto-te tão perto

E sei que voltarás, vento meu



Sem saber de ti, regressei a nós

Rendida à emoção que o tempo nos deu

Cheguei como um rio desagua na foz

Porque sei que voltarás, vento meu
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