sexta-feira, 20 de março de 2009

Poesia de Carla Granja - Madrugada

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Madrugada

De madrugada acordei
Parecia que te sentia
Até o cheiro do teu corpo
No meu corpo eu sentia.

Meu corpo a estremecer
Por ti ele chamava
E a vontade era tanta
Que até em ti eu tocava.

Pegaste-me desprevenida
E um beijo molhado me deste
Era tão grande o desejo
Que até a tua alma me deste.

A noite se prolongou
E o desejo mais ainda
Pois não parava de sentir
As tuas mãos nas minhas.

O sol acabou por nascer
E com ele fiquei a pensar
Que tudo não passou de um sonho
Um sonho por realizar.
.
.
Carla Granja (hi5)
.

1 comentário:

  1. GOSTO DA FORMA NATURAL DE ESCREVER SEM SUBTERFÚGIOS, EXPRESSANDO CLARAMENTE O QUE LHE VAI NA ALMA E O QUE FICOU POR DIZER.
    PARABÉNS!

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