sexta-feira, 18 de janeiro de 2008

Convívio do Tempo ... (3) - «Não Paras?»


david santos disse...

A minha participação.

NÃO PARAS?

Ah, maldito tempo!
que me vais matando com o tempo...
A mim, que nunca te feri.
Se fosses como o vento,
que vai passando mas vendo,
mostrava-te o que já vi.

David Santos
SÓ VERDADES
15 de Dezembro de 2007 22:31

3 comentários:

  1. Acho que ninguém consegue ver mais do que o tempo, apesar de concordar com o Autor, que ele passa demasiado depressa...

    Mas, como se diz por cá:-"É a vida!"

    Bj Victor

    Maria Mamede

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  2. Desculpa, Victor.
    Não sei se o erro é meu ou teu, também não interessa. Este poema é um poema longo, já foi editado pela Minerva, há una bons anos.
    Mas não é assim que ele começa. Ele começa assim:

    "Ah, maldito tempo!
    que me vais matando com o tempo".... Se por acaso leste assim no meu blogue, diz-me para eu o corrigir.
    Obrigado e parabéns.

    David Santos

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  3. David
    Foi este o texto que deixaste nos comentários, em 15 Dezembro, no Ao Sabor do Olhar.

    «Não páras?

    Ah, tempo!
    que me vais matando com o tempo...
    A mim, que nunca te feri.
    Se fosses como o vento,
    que vai passando mas vendo,
    mostrava-te o que já vi.»

    Mas eu faço a correcção. Mas descobri na internet uma versão maior, que não sei se é a completa. Posso publicá-la em vez do bocadinho que me enviaste?
    Abraço
    Victor Manuel

    ResponderEliminar

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