Ah, maldito tempo! que me vais matando com o tempo... A mim, que nunca te feri. Se fosses como o vento, que vai passando mas vendo, mostrava-te o que já vi.
Desculpa, Victor. Não sei se o erro é meu ou teu, também não interessa. Este poema é um poema longo, já foi editado pela Minerva, há una bons anos. Mas não é assim que ele começa. Ele começa assim:
"Ah, maldito tempo! que me vais matando com o tempo".... Se por acaso leste assim no meu blogue, diz-me para eu o corrigir. Obrigado e parabéns.
David Foi este o texto que deixaste nos comentários, em 15 Dezembro, no Ao Sabor do Olhar.
«Não páras?
Ah, tempo! que me vais matando com o tempo... A mim, que nunca te feri. Se fosses como o vento, que vai passando mas vendo, mostrava-te o que já vi.»
Mas eu faço a correcção. Mas descobri na internet uma versão maior, que não sei se é a completa. Posso publicá-la em vez do bocadinho que me enviaste? Abraço Victor Manuel
Acho que ninguém consegue ver mais do que o tempo, apesar de concordar com o Autor, que ele passa demasiado depressa...
ResponderEliminarMas, como se diz por cá:-"É a vida!"
Bj Victor
Maria Mamede
Desculpa, Victor.
ResponderEliminarNão sei se o erro é meu ou teu, também não interessa. Este poema é um poema longo, já foi editado pela Minerva, há una bons anos.
Mas não é assim que ele começa. Ele começa assim:
"Ah, maldito tempo!
que me vais matando com o tempo".... Se por acaso leste assim no meu blogue, diz-me para eu o corrigir.
Obrigado e parabéns.
David Santos
David
ResponderEliminarFoi este o texto que deixaste nos comentários, em 15 Dezembro, no Ao Sabor do Olhar.
«Não páras?
Ah, tempo!
que me vais matando com o tempo...
A mim, que nunca te feri.
Se fosses como o vento,
que vai passando mas vendo,
mostrava-te o que já vi.»
Mas eu faço a correcção. Mas descobri na internet uma versão maior, que não sei se é a completa. Posso publicá-la em vez do bocadinho que me enviaste?
Abraço
Victor Manuel