sexta-feira, 14 de dezembro de 2007

A página 161 take 2



Respondendo finalmente ao desafio de José Manangão do

Poesia-no-Popular

e porque à minha volta só tenho papéis, viro-me para trás e na estante à minha esquerda, tiro 3 livros, à cautela. Cautela que se revelou útil, pois o 1º livro não tem 161 páginas. Trata-se de «Eleazar ou a Nascente e a Sarça», de Michel Tournier, Edições ASA, 1ª edição 1997. Vejamos o 2º. Este sim, tem mais de 161 páginas.
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Da mesma editora, 1º edição, 2001, trata-se de «Passeios por Lisboa», de Jaime Roseira. Isto faz-me lembrar que não terminei a ilustração do último post das minhas «Deambulações por Lisboa», falha pela qual nenhum/a dos/as deambulantes reparou ou lavrou protesto. Ora abramos na página 161 ... Cá está !
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«O chafariz [da Esperança] situava-e no largo, de frente para o adro da igreja, ganhando agora um realce difícil de imaginar»

Como o saber não ocupa lugar, aqui ficam umas linhas e desenhos respigados da internet:

Carlos Mardel




A concepção geral e planificação desta obra foi atribuída a Manuel Da Maia em equipa com Custódio Vieira. Mas, os novos "ventos" da Europa Central seriam trazidos por Carlos Mardel, Arquitecto Húngaro. Este chega a Portugal pouco depois de iniciados os trabalhos e em pouco tempo passa a ser sua a responsabilidade geral pela obra. As mais belas edificações de todo o complexo, fontanários e o terminus das Amoreiras são-lhe atribuídas.





Chafariz da Esperança


Chafariz do Rato



in

Memórias de Pedra e Água - Carlos Mardel


Fotos retiradas de

cidadania lx.blogspot

Se quiser veja aqui, clicando em ...

... O Livro à mão e a página 161 take 1

3 comentários:

  1. Obrigada a visita e as amáveis palavras.
    Não dá para ter futuro como fotografa mas dá ainda para umas fotografiazitas.
    Não gosto de fotografar pessoas, pois não as fotografo sem pedir licença e muitas não gostam.
    Por vezes vejo cenas que me apetecia fotografar mas não quero meter-me em complicações.
    Só fotografei uma senhora em Alvalade mas foi logo de início e conhecia mal a máquina.

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  2. Olá amigo, passei para deixar-te um abraço de carinho.
    Fernandinha

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  3. Amigo
    quando te desafiei, não foi por acaso!
    Eu sabia que o teu contributo seria uma mais valia, para anossa corrente cultural.
    Um abraço do tamanho do mundo para
    ti!
    José Manangão

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